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Meus perrengues de viagens

São aquelas situações que atrapalham e podem chegar a estragar uma viagem, mas que depois de tudo faz a gente rir… Acaba que a gente pouco compartilha, a não ser em casos que a culpa é dos outros , de alguma empresa, e mesmo assim algumas vezes eu esqueço de fazer o post.. Por isso resolvi reunir em um único post alguns perrengues de viagem..

na tentativa de entrar no Louvre eu ficava brincando de tirar fotos – 2001

2001 – Paris –  Esse foi o maior, ou melhor, o mais impactante perrengue em viagem.. Era minha primeira ida à Paris.. imaginem a expectativa? E simplemente ao chegar na cidade luz eu me deparei com uma GREVE CULTURAL.. significa? Que todos os museus estavam em greve! Fiz tudo que podia fazer nos primeiros dias.. batia ponto no Louvre diariamente na expectativa dele abrir e nada.. Acabei conhecendo a Eurodisney por absoluta falta do que fazer, porque não estava no meu roteiro. Passei 5 dias em Paris e os museus fechados. De lá continuei minha viagem pela França de carro, passei pelo Vale do Loire , fui até a Riviera Francesa e no dia que ia sair de Nice recebo a noticia que a greve tinha acabado! Abandonei o hotel no começo da noite e partimos de volta pra Paris, 8 horas na estrada e direto pro Louvre. Dormir? Viajante não pode pensar nisso nesse momento! Conheci o Louvre e a Monalisa.. de lá fui direto pro aeroporto.. Hoje eu penso que foi uma sorte a greve acabar um dia antes de voltar ao Brasil.. Os outros museus ficaram para as visitas posteriores..

2001 – Palácio de Versailles – Ainda na mesma viagem.. alguém reparou no ano? Pois é.. essa ida pra Europa foi um mês depois do atentado de 11/09. O clima em aeroportos, museus, lugares de muita visitação era mega TENSO! E tudo era revistado .. Pois bem.. entrando no Palácio de Versailles mandaram colocar a câmera na esteira pra checar sei lá o que.. Quando passo pelo detector de metal vejo que a câmera está saindo inclinada da esteira.. e não deu tempo.. ela se espatifou no chão .. Sorte que viajava com 2 câmeras.. e não perdi o filme (sim, é da época de filmes)

2001 – Gouda – Holanda – Aproveitando que a Holanda é pertinho da França, fui visitar minha prima na cidade que ela morava, Gouda, na Holanda. e fui de carro. Minha prima me tranquilizou que na Holanda todo mundo falava inglês fluente.. fiz todos os mapinhas pra chegar na cidade,  salvei o telefone da minha prima no notebook e fomos..  O problema é que em uma rotunda erramos alguma entrada.. Tentei ligar o notebook: sem bateria..  precisamos parar pra perguntar.. e perguntávamos em inglês onde ficava GOUDA com a pronúncia que falamos do queijo gouda aqui.. afinal é de lá.. E ninguém sabia da cidade.. No 3o lugar mostramos a cidade no mapa, e o vendedor da lojinha  solta um “Rauda” que é a pronúncia de Gouda lá.. e aí conseguimos chegar na minha prima..

1998- Orlando – Todo mundo sabe que pra viajar para Orlando, tirando o caso de se hospedar na Disney, é preciso alugar carro. E claro que aluguei, tudo bonitinho antes de ir. Mas, dentro do avião, na ida, em um momento estilo “esqueceram de mim” , descobrimos que a carteira de motorista tinha sido deixada no Brasil e não poderíamos pegar o carro na locadora. Resultado, assim que o avião pousou, ligamos pro Brasil e pedimos para a minha então sogra dar um jeito de mandar a carteira. A pobre foi pro aeroporto e não me perguntem como, conseguiu que uma guia de uma excursão pegasse a carteira com ela e levasse pra Orlando. E nisso, no primeiro dia sem carro, fomos a pé pro Wet’n wild, pelo menos não perdemos um dia. No dia seguinte a santa guia deixou no hotel a carteira.. e na mesma hora corremos para a Hertz para pegar o carro. Com o carro, partimos direto para o Epcot e eu memorizei o lugar estacionado e fomos curtir o parque. Fim do dia, de volta ao estacionamento, no local memorizado, cadê o carro azul que alugamos? Na época a chave não era aquela de abrir com o botão de longe.. e nisso fomos procurando e esperando o estacionamento esvaziar. Até que ele realmente ficou bem vazio, e no lugar que memorizei tinha um carro verde! Enfim, era o nosso carro.. na ansiedade de chegar logo no parque ninguém decorou o modelo, cor ou marca do carro. A partir daí eu anoto ou tiro foto de tudo.. rs

1996 – Boston – Outubro é baixa temporada em quase todo lugar do mundo né? Menos em Boston  por causa da mudança de cores das árvores, e realmente a cidade fica linda! Bem, nessa época morava em White Plains, em NY, e viajava de carro nos fins de semana. Em um fim de semana de outubro decidi conhecer Boston, peguei a estrada e não reservei hotel. Chegando lá ainda fui dar uma volta na cidade, até que lá pelas 8 horas da noite resolvi procurar hotel. Tudo lotado!! Em uma verdadeira peregrinação de hotéis, paramos em um e ao conversarmos em português entre a gente, um funcionário do hotel veio em nossa direção. Era brasileiro e ao saber da situação resolveu ajudar (brasileiro é tudo de bom). Ele saiu ligando pra todos os hotéis da cidade e só achou vaga no Hyatt de Cambridge. Aceitamos.. afinal estava mega frio, 8 graus Celsius, e já era tarde. Essa brincadeira custou na época 250 dólares.

1996 Campos do Jordão:  E esse erro de viajar sem hotel em Boston já tinha sido cometido em Campos do Jordão em julho! No mesmo esquema, fomos conhecer a cidade, a feirinha, fizemos compras.. e na hora de achar hotel? tudo lotado, claro. Até que achamos um quarto em um hotel razoavelmente caro e que o aquecedor não funcionava direito.

conhecendo o único hospital de Noronha

2005 – Fernando de Noronha: Na minha primeira ida pra Noronha eu consegui conhecer até o único hospital da ilha. Enquanto fazia o mergulho na Praia da Atalaia, que é super rasa e cheia de coral, eu consegui abrir o dedão do pé em um dos corais. Não precisou de ponto, por muito pouco, e apenas fiz um mega curativo para poder continuar mergulhando e fazendo as trilhas.

2000  – Flórida: Era uma viagem de carro por toda a Flórida, e sabe como é, brasileiro não está acostumado a estrada boa, carro bom.. acaba correndo . De repente vem a polícia, sirene, manda parar o carro .. e brasileiro só piora com suas brincadeirinhas tolas que só funcionam aqui. Chegou uma hora que eu achei que o policial ia prender o então marido, ou apreender o carro. Mas apenas multou, gravemente, e terminou o sermão dizendo que ele era “um perigo para a sociedade”.

2008 – Europa: era minha primeira viagem longa com as meninas.. preparei as malas com todo cuidado.. Pra ter uma idéia, eu levei fraldas para as 2 para os  15 dias de viagem, já contei isso no post da época.. Mas enfim, o que não contei é que fui de TAM pra Paris, sendo fiz conexão lá para ir para Lisboa. Chegando em Lisboa umas 9 horas da noite, e ficamos esperando uma das malas que não apareceu. A sorte é que a mala era com mais roupas minhas do que coisas das meninas, mas lá fui eu parar às 11 horas da noite, com 2 bebês mortos de cansaço da viagem, no shopping Vasco da Gama e fazer um mini kit para um dia (com roupas, calcinha, leite delas) que foi a previsão da entrega da mala e que foi cumprida.

2012 Costa do Sauípe : Esse perrengue eu contei nesse post. Perdi um vôo e troquei para o seguinte porque simplesmente o passaporte não tem a filiação e eu não podia provar que era mãe das meninas.. Fico imaginando se isso acontece na volta.. sem ter como me entregarem a cópia da certidão.

com a calça problemática no hotel em Cancun – 2006

2006 – Cancun : foi na viagem pra Cancun,mas o perrengue foi na conexão em Miami. estava grávida de 6 meses das meninas.. um mega barrigão.. e usava calça jeans de grávida. A maioria dessas calças vem com uma espécie de ajuste de ferro que faz com que a calça caiba durante toda a gravidez.  Chego em Miami e passo no detector de metal e claro que apita. Explico que é a calça mas a senhora não se conforma e manda passar diversas vezes.. Até que ela me entendeu e sugeriu que eu tirasse a calça (oi?) e foi então que o pai das meninas se meteu e me salvou dessa situação constrangedora.

Mas é como dizem.. perrengue não mata, ensina a viajar… e fica mais difícil  cometer os mesmos erros.. 🙂

 

Administradora, mãe das gêmeas Camila e Letícia, carioca, apaixonada por viajar. Gosto de todas as fases, desde o planejamento até a revelação das fotos. Curto enoturismo, ecoturismo, viagem de luxo, romântica, e principalmente viajar com as filhotas.

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Comments

  • novembro 6, 2017
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  • agosto 25, 2017

    Me diverti muito com o artigo! heheh

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  • Luciane
    fevereiro 18, 2016

    Virei homeless na noruega por uma noite! Meu voo de volta pro brasil sairia as 6am de um aeroporto “de oslo” que fica no meio do nada e a 150km de oslo. Resolvi pegar o ultimo voo de bergen, cidade onde estava, para o citado aeroporto e passsaria a noite la pra nao correr o risco de perder o voo na manha seguinte. Qual nao foi minha surpresa quando um guarda do aeroporto chegou pra mim e disse q o aeroporto fecharia em 20 minutos e eu teria que sair. Perguntei pra ele se havia algum hotel por perto ou onibus ou taxi que me deixasse em algum lugar (o aeroporto eh realmente no meio do nada)… Entao ele calmamente me disse que àquela hora nao tinha mais taxi ou onibus, mas q em frente ao aeroporto havia um banco e eu podia dormir la. Nao me restando outra alternativa, fui pro citado banco e la passei a noite com mais 3 pessoas que tambem esperavam seus voos pela manha… Ainda bem q isso aconteceu na noruega e que nao fazia muito frio na epoca…

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  • Claudia
    julho 2, 2015

    Viajo muito, então já passei por vários mesmo. Vou descrever o pior de todos. Paris com meu marido e 3 crianças de 5, 8 e 11 anos. Paro no início da praça e vou explicar como era o Louvre por fora. Foram muitas perguntas sobre as alas se o Richellieu era o mesmo dos mosqueteiros e blá blá blá, entramos pela pirâmide e sentei enquanto meu marido foi pra fila. Esta muito longa o menor dormiu no carrinho e a do meio no meu colo. Qdo notei q havíamos perdido a bolsa de rodinhas. Fui procurar lá fora onde sabia que havia deixado. Subi a escada rolante e o museu estava todo cercado com fitas. Ninguém entrava ou saia. Falei com os seguranças do museu que me encaminharam pra polícia. falei com os policiais que precisava buscar minha bolsa. Eles pediram documentos, end do hotel, e eu tinha deixado minha bolsa de mão no carrinho. Fui escoltada por 2 policiais de quase 2 mts até a malinha foi qdo descobri q minha mala estava sendo vista como uma bomba. Eles perguntaram o que tinha dentro e eu disse e mandaram que fosse buscar. Enquanto andava até ela fui seguida por uma van com abertura lateral com o esquadrão anti bomba pulando da mesma em movimento. Parecia filme! Peguei a bolsa, abri e fui dizendo um a um os itens que já havia citado várias vezes qdo interrogada 5 casacos, 5 capas de chuva, agua, achocolatados, biscoitos e 1 miniatura da torre Eiffel. Acho q ganho nesta questão perrengue sério. Voltei pro museu vi todo o aparato sendo desmontado. E sentei até ter coragem de contar ao meu marido o que eu tinha passado. Ele achando que eu tinha me perdido. Resultado ele entrou com o mais velho pra ver correndo os cavalos Marly, a Monalisa e a vênus de Milo que o menino ou via ou morria

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  • Jenifer
    março 19, 2015

    Oi, pessoal, ri muito com todos comentários, depois que passa a gente ri, né? Eu e minha filha de 22 anos, fomos pra Itália, primeira viagem para o exterior, loucas de faceiras, saímos de POA chegamos ao Rio, tínhamos 4 h de espera até o embarque, tudo certo, 1h antes do embarque, já na área internacional do aeroporto, minha filha começou a passar mal, dor de ouvido, acredita? e cada vez estava pior, fui até o policial da imigração, pedi para sair da área internacional e ir até a farmácia, ele disse que não podia, pois nosso passaporte já tinha dado a saída do país, e caso saíssemos, teríamos que passar pela imigração novamente e seria uma burucracia, pra entrar de novo, pensei: deve ter médico no aeroporto, peça para o médico vir aqui, por favor, emplorei, pois já íam chamar para embarque, ele viu o meu desespero, chamou uma moça da cia aérea, que buscou o médico, ele deu o primeiro atendimento ali mesmo, nos bancos de espera, minha filha só dizia, eu vou viajar, eu vou, em pensamento eu respondia, não vai dar, como uma pessoa vai fazer um voo, com dor de ouvido, impossível. O médico pediu uma ambulãncia, para remoção, tivemos que sair do aeroporto, com sirene ligada, e tudo, ir ao consultório, que ficava longe do embarque, ele medicou ela, retornamos acompanhadas da moça da Tap, corri na farmácia, comprei anti biótico, passamos pela imigração, direto com o policial, e entramos na fila pra embarcar, Ufa. Decolamos tranquilas, ela medicada e eu aliviada, imagina se ela piorasse no voo, ou se, eu tivesse que correr atrás de médico, na Itália. Tenho que fazer uma observação, fomos muito bem atendidas no aeroporto do Rio de Janeiro, todos foram extremamente atenciosos e prestativos, nota 10.

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  • Maíra Pinto
    março 7, 2015

    Já passei por vários perrengues, mas esses com transportes são a minha especialidade. Em Paris eu peguei o metro pela primeira vez na tou Eiffel as 20h, vi todos correndo e achei que era o ultimo do dia, corri desesperadamente, depois fiquei sabendo que isso é um costume deles, o metro vai ate bem tarde. Como passei 13 dias lá, colecionei micos e perrengues. Me perdi e pedi informaçoes 3x no mesmo restaurante onde so tinham homens assistindo a um programa de tv, na ultiva vez tenho certeza que eles acharam que eu queria um deles!
    Por varias vezes o RER, que sao os trens, deram problemas, ai descia aquela multidao para fazer novas rotas e eu ficava andando com papelzinho dizendo onde queria chegar, porque nao falo frances. E isso sempre acontecia tarde da noite. Alias, como tem problemas os trens e metros de Paris!

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  • Maíra Pinto
    março 7, 2015

    Recém chegada em Londres com meu parco inglês e hospedada na casa de uma amiga, fui conhecer a City of Westminster, o centro histórico de Londres, minha amiga fez um mapinha explicando como chegar lá. Fui, passeei o dia todo, andei muito num frio de rachar que queimou as minhas mãos, mas tudo lindo! Quando procurei uma estação de metro para voltar pra casa da amiga, me dei conta de que não sabia voltar, não tinha mapinha e não conseguia ligar para minha amiga. Respirei fundo e tentei manter a calma. Estava só ha 2 dias em Londres e no primeiro dia eu havia conseguido memorizar a estaçao mais proxima da casa e o numero do onibus que circulava no bairro (com as casinhas identicas, so pra ficar mais emocionante). Inclusive, ao caminhar pelo bairro dela no dia anterior, vi uma rua com a placa “Acacia Road”, fotografei e postei no facebook para brincar com uma amiga de nome Acacia. Bendita foto! Foi o que me salvou. Consegui descer na estaçao e fui em busca do bus, mas nao tinha uma alma viva na rua, já eram quase 23h e o frio estava terrivel. Quando cheguei no ponto so tinha um homem todo de preto, casaco de couro, eu so conseguia pensar no jack stripador, até que chegou uma mocinha e subimos no bus, mas assim que pagamos o motorista avisou que nao faria o percurso correto, pois uma rua estava interditada. Me desesperei porque nao fazia nem idéia de como chegar, nao tinha taxi e eu nem estava entendendo direito o que ele dizia, até qie a mocinha pergunta: “Don’t Acacia Road???” E desceu igual a um foguete, eu não pensei em mais nada, segui a menina e falava “Darling, please! Can you help me? Please” hahaha… quando me dei conta a menina já estava correndo muitos metros na minha frente e eu gritando “Please, darling, please, hahaha… foi ridiculo, dizem que tenho cara de árabe e lá eles tem medo de árabes. Desisti da menina e tentei achar alguém, segui caminhando e tudo que eu desejava era não morrer de frio, se tivesse encontrado o Jack estripador até teria ficado feliz! Até que encontrei um hotelzinho mega suspeito com 2 homens sentados no sofá, mas era a minha unica chance, fui lá e perguntei como chegava no “Shalimar road”, eles me explicaram e eu consegui chegar num prédio chamado “Shalimar Lodge”, nada a ver com a casa da minha amiga, mas vinha passando um casal de árabes, eu fui falar com a mulher de burca e o rapaz foi super prestativo e com gps me ajudou a chegar em casa quase meia noite. A minha amiga disse que já estava pronta pra chamar a polícia.
    Hoje eu dou muita risada, mas eu nunca desejei tanto encontrar um estranho numa noite como naquela. Até hoje tenho trauma daquele frio.

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  • Maíra Pinto
    março 7, 2015

    Rindo muito! Que pesadelo essa noite! Ainda conseguiu ficar preso no evador, hahaha…

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  • Aline Oliveira
    fevereiro 20, 2015

    Por mais desesperador que seja no momento, adoro as histórias de perrengues durante viagens.
    Fui aos EUA pela primeira vez sozinha para fazer intercâmbio, depois de 3 semanas de sol em San Francisco, caiu a maior chuva justo no fim de semana que eu ia para Los Angeles, mas fui assim mesmo e de ônibus pois queria parar em Santa Barbara e passar o dia. Meu sonho era conhecer aquela cidadezinha. Peguei um onibus em SF às 11h da noite para chegar em SB de manha cedo e depois de quase 2h de viagem, o motorista encosta e diz que não vai mais continuar a viagem pois estava com os limpadores dos vidros ruins e estava chovendo muito. Até aí tudo bem, ele tinha razão. O problema foi ele ter pedido um “rescue bus” para a empresa e eles só chegarem às 5h da manhã!!! Neste meio tempo, os passageiros todos alvoroçados, ligando para a central e eles dizendo que não havia sido pedido o tal do onibus, ligaram para a polícia, de repente aparece o carro de bombeiros para ver o que estava acontecendo e eu lá sozinha sem saber o que fazer. Finalmente o onibus chegou e seguimos viagem até Santa Barbara. Ao chegar lá já tinha perdido metade do dia e estava uma chuva daquelas que pareciam um furacão, com palmeiras balançando muito. Resolvi nem parar ali, cheguei na rodoviária e já arrumei um outro onibus para LA. Não pude conhecer a cidade que eu tanto queria e poderia ter pego um voo de SF para LA sem passar por tudo isso.
    Mas fazer o que né.

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  • carmela
    fevereiro 19, 2015

    … retornando de Roma para os Estados Unidos comprei no free shop do aeroporto uma garrafa de Licor Frangélico. Tudo bem ao embarcar para Atlanta com a tal garrafa a bordo, no entanto, ao fazer a conexão Atlanta para Tampa a segurança me barrou alegando que a garrafa fugia dos padrões p/ transporte a bordo e que eu poderia colocar na mala… só que a mala já havia sido despachada e não tinha mais tempo… e assim lá se foi o meu licor para o Lixo… Sendo assim, aviso para todos a fim de que não entrem nesta fria…

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  • darling borges
    dezembro 31, 2014

    Meu perrengue foi um perrenguao. Grávida de 30 semanas da segunda filha fomos pra João Pessoa. Casa da sogra. Como era gravidez sem tranquila. Médica autorizou. Um dias antes de voltar já com 32 semanas senti dores. Mas não imaginava que eram as dores do parto. Já que a primeira foi cesarea. Resultado ela nasceu com 32 semanas de parto normal. Ficou 2 dias na uti apenas pra observação. São do hospital com ela em 4 dias. Ficamos por mais 10 dias até retornarmos pra Manaus. Hoje ela tem 2 anos. Muito saudável. Estou gravida de novo com viagem marcada pra junho 2015, quando então terei mesma época de gravidez. Então, viagem cancelada e adiada até bebê nascer. Rsrs

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  • Bianca
    dezembro 31, 2014

    Muito engraçado todos os perrengues. Depois que passa a gente ri, mas na hora é um sufoco só. Quando fui para Londres passei uns por lá, como meu oyster parar de funcionar porque eu passei por uma estação e não validei o bendito, me perdi em busca de um mercado e não aparecia ninguém na rua, e ainda teve greve de metrô, eu tinha uma viagem agendada para Oxford, depois de me espremer para entrar dentro do metrô, que estava funcionando com um intervalo maior entre as estações, quando me levanto para descer na estação que ia pegar meu trem, descubro que ela era uma das que estavam fechada por causa da greve, então lá fui eu enfrentar o caminho de volta para o hotel. Acabei deixando Oxford para uma próxima viagem.

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  • novembro 5, 2014
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  • Thays
    outubro 8, 2014

    Legal saber dessas situações, achei que essas coisas só aconteciam comigo,rs.
    O que não faltam são perrengues nas minhas viagens. Mas isso que as tornam inesquecíveis.
    Em Bali pequei uma baita tempestade no meio de um passeio, me queimei em incenso nas calcadas;marquei encontro em um restaurante que já não existia mais(tava na internet), rodei muito ate descobrir ; acho que comi churrasquinho de cachorro(sem saber).
    Na Tailândia, pequei a maior enchente dos últimos 50 anos, a capital tinha decretado feriado de 3 dias pras pessoas deixarem a cidade , e eu chegando, o Buda deitado, tava afogado, mesmo assim rodei a cidade e aproveitei bastante.
    Em Kuala Lumpur ,teve o fato do pacote turístico ser enganoso, acabou levando mais pras lojas, o que me chateou, e levei um susto com o macaco que pulou na minha cabeça na descida das escadas do templo induísta.
    No Japão, perdi as contas dos perrengues,rs

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  • silvio
    outubro 7, 2014

    Perrengues numa viagem é o que mais acontece. Em Roma, por exemplo, não consegui encontrar meu hotel em meio a uma tempestade aterrorizante que caiu tão logo desembarquei na Estação Termini, às 22h. Detalhe: não havia táxi circulando, meu celular não funcionou, os telefones públicos entraram em colapso e só me deparei com indianos, africanos e chineses desorientados (assim como eu) pelas ruas do lugar. Depois de muito esforço cheguei ao B&B (Bed and Breakfast) em vão, pois o proprietário achava que eu havia desistido da reserva e fora embora. Mais uma vez na rua: cansado, molhado, mas cheio de vontade de conhecer a Cidade Eterna. O que eu não contava é que os demais hotéis estavam todos lotados. Depois de várias tentativas, implorei a um senhor grego, muito simpático, que se ele não me desse abrigo eu dormiria na recepção, pois não aguentava mais caminhar com as bagagens. Ele, muito atencioso e com seu inglês em desuso, telefonou a um amigo para que me acolhesse em um outro B&B próximo dali. O rapaz veio me buscar e acabei fechando a noite na instalação oferecida a um custo razoável para a alta estação. O quarto era encantador, só não imaginava que momentos depois a polícia invadisse o cômodo ao lado para investigar um turista estrangeiro (briga feia). Fiquei apavorado quando senti que alguém forçou a maçaneta da porta. E se não fosse a polícia como eu pensava? Peguei a abajur mais próxima para tentar acertar a cabeça de quem ali entrasse… Desistiram e foram embora. Tão logo amanheceu, saí de lá na ponta dos dedos (0 quarto já pago) e, depois de ficar preso no elevador, continuei minha peregrinação por hotéis… Até voltei onde havia feito a reserva anteriormente, mas a senhora, dona do imóvel, era uma doida varrida que ora brigava comigo, ora me mandava beijos… O Pietro, seu filho, saíra para trabalhar e achei melhor encontrar outra hospedagem. Pensei comigo: Depois desse perrengue todo eu ficar em qualquer instalação? Nem pensar! Entrei num hotel maravilhoso e tive sorte de reservar 5 dias e aproveitar minha viagem ao máximo… e sozinho! Se isso foi motivo para estragar meu passeio? Claro que não… Tomei uma ducha e saí cantando e dançando a tarantella pelos quatro cantos do lugar. O bom de tudo isso foi a experiência de poder conversar com os mais diferentes tipos numa madrugada exclusivamente romana. Durante o percurso, rolou até uma pausa para a cervejinha e muita conversa fora. Outros imprevistos? Em Florença, por exemplo, comprei uma estátua de David e, ao embarcar de Veneza para Paris, a companhia aérea não queria me deixar passar com o objeto como bagagem de mão. Ah, mas aí eu briguei! Finalmente consegui entrar no avião sem custo adicional… Do Charles de Gaulle para Milão foi outra “marmota”… mas aí é uma outra história! Toda vez que vejo o monumento de Michelangelo na minha sala , lembro o quão difícil foi fazer com que ele chegasse inteiro no Brasil. Ah, me perder tarde da noite pelas ruas de Veneza, ser testemunha de um casamento gay na Torre de Pisa em meio a flashes e entrevistas, alugar uma bicicleta e pegar uma outra qualquer em Arezzo, bater com o joelho numa coluna na subida à cúpula do Vaticano… Fichinha! Estou vivo. Que venham outros…

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      • silvio
        outubro 7, 2014

        Eu quem agradeço a oportunidade hilária de compartilhar todos esses momentos, Flávia. Abraço!

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    • Nilda Halla
      dezembro 31, 2014

      Adorei seus perrengues Silvio. Confesso que estava triste em casa aproveitei para ler Vuajar é tudo de bom no Facebook, me deparei com seu depoimento, confesso que adorei e ri bastante. E para o ano que se inicia quero muito sair Brasil afora.
      Bj
      Ni Halla

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    • Di Oliveira
      janeiro 25, 2015

      Cara, eu ri muito com seus perrengues (desculpe)! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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  • Gre
    setembro 9, 2014

    Oi!
    Meu perrengue foi assustador..rs. Em Roma, saindo do Termini indo para Napoli/Pompéia. Eu e meu marido entramos no trem, mas percebemos que havíamos esquecido de validar os tickest, então ele saiu do trem e foi validar. E aí, que o trem fechou as portas e começou a andar. Eu fiquei dentro do trem e ele fora! Eu estava sem passaporte, pois ficou com ele, sem ticket e só com 8 euros no bolso. Sem telefone, sem nada! A cena: ele correndo na plataforma e eu olhando pelo vidro da porta.. ahhh. Ele disse: Me espera lá! E eu, morrendo de medo, pensei. Sim, desco em Napoli e espero lá. Toda hora, um aviso em italiano me lembrava que alguém passaria para validar os tickets.. e eu morrendo de medo e vergonha! Enquanto isso meu marido desesperado, foi até o guichê da Trenitália.. avisou sobre o caso, mas eles não ajudaram. Então ele pegou um taxi, pagou 100 euros e foi até a primeira estação, pois ficou com medo de eu ter descido lá (eram várias paradas). Lá não viu ninguém, resolveu pegar o trem e em cada parada ia descendo para ver se me achava. Eu desci em Napoli, pedi ajuda à um empregado da Trenitália que me orientou (eu falo pouco inglês), a esperar o próximo trem que vinha de Roma. Eu ficava pensando, que se meu marido não chegasse, iria procurar a polícia..rsrs. Enfim, quando o trem chegou, descia gente, descia gente e nada do meu marido… até que uma hora ele apareceu.. foi o abraço mais aliviado que nos demos..rs. Ele ficou muito nervoso, tadinho. Conclusão, perdemos meio dia de passeio..rsrs e sentia arrepios de lembrar aquela voz do auto-falante do Trem. Agora rimos, mas foi punk..rsrsrs

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    • silvio
      outubro 7, 2014

      Gre, imagino seu desespero… Concordo que os serviços na Estação Termini são péssimos, já precisei deles também. Lamento a confusão, mas seu perrengue foi hilário, rsrs.

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  • Keeyth vianna
    setembro 7, 2014

    Meu maior perrengue foi em minha primeira viagem a Paris, estava tudo perfeito, edtava junto com minha familia e entao levaram minha mochila no Hall do hotel, em minha mochila estava tudo meu inclusive meu passaporte . Estavamos sentados no Hall do Hotel esperando o carro que nos levaria ao aeroporto para pegar o voo para Londres.
    Resumindo, nao pude embarcar, quando cancelei meu Travelmoney , cartao de viagem , vi que usaram todo meu dinheiro em compras…
    Meus pais embarcaram e fiquei com meu irmao mais 2 dias em paris no consulado. Consegui tirar um novo passaporte emergencial e segui viagem… Um sufoco!
    Ao fazer o boletim de ocorrencia no aeroporto ainda fui insultada pelo policial Frances que me perguntou se a pessoa que me furtou era Latino como eu! Acredita?

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  • marjane
    setembro 7, 2014

    Fomos c a faculdade ao México, mais precisamente cidade do mexico, como boas universitárias estávamos c a grana curta e fazíamos tudo a pé, voltando da ciudadela (feira de artesanato) nos perdemos, foi então que vi uma placa pensando estar em um lado da cidade e tinha certeza pra onde estava indo, só que eu estava em outro e nos guiei pro lado errado, começou a ficar sinistro, lugares escuros, ngm na rua, bateu o pavor e vimos um atendimento ao turista só que lá ngm sabia falar inglês! Já que em espanhol não nos entediam, e não sabiam onde era o congresso nacional da cidade, q era a referência perto do nosso hotel, foi quando lembramos o nome da rua principal proxima do hotel e nos indicaram pegar ônibus, pois assim nao nos perderiamos! Mas gente se perder a noite a pé foi muito assustador, mesmo assim continuamos andando a pé hehe

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  • silvio
    setembro 7, 2014

    Quase arrebento meu joelho quando, na subida à Cúpula do Vaticano, bato com ele num obstáculo a frente. Achei que ali as minhas férias terminariam mas, mesmo temendo algo mais grave, continuei meu trajeto e vi que a melhor fisioterapia mesmo era andar. No meu caso, tive sorte! As dores e o inchaço desapareceram no dia seguinte. Contudo, recomendo o seguro saúde em caso de acidente lá fora.

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  • Letícia
    julho 30, 2014

    Alguns dos perrengues que passei foram: perder o vôo de Cancun para o Brasil , acabou que passamos mais 4 dias naquele paraíso, nada mal quando se tem dinheiro sobrando, o que não era nosso caso…Rs então, trocamos o hotel em que estamos por um albergue ! Mas foi muito divertido!
    Outro perrengue foi chegar em Miami e ver que a carteira de motorista estava no Brasil! Hahahaha meu marido então ligou para a secretaria dele que escaneou a carteira, imprimimos e plastificamos! A locadora aceitou é rodamos com ela assim mesmo com medo da polícia nos parar mas graças a Deus tudo deu certo!
    Em Orlando devolvemos o carro com algumas horas de atraso…. Já viu! Uma multa gigante!!!!
    Em Buenos Aires meu marido teve o telefone furtado! Isso mesmo!
    No Chile, tomei dura dos policiais por estar bebendo cerveja na rua…. Rs

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  • Michelle
    julho 29, 2014

    Eu e meu marido fomos até o vale do loire conhecer o castelo de chambord…no inverno… O pior frio que já passei… Saímos de paris e fomos de trem até Bruges e de lá pegamos um taxi perto da estação até o castelo…depois pegamos um taxi que nos deixou no castelo de chaverny.. Em outra cidade… Quando saímos do castelo fomos até o centro da cidadezinha procurar o taxi pra nos levar a estação de trem para voltarmos a paris… Perguntamos em um supermercado onde tinha um ponto de taxi e a atendente disse… Não tem taxi aqui… Então perguntamos.. E ônibus? Ela disse: no inverno só tem um por dia e ele já foi..começamos a entrar em desespero.. Então meu marido teve a idéia de ligar pro ponto de taxi que nos levou até chambord, mas como falar com velhinhos taxistas que só falam francês? Meu marido é descendente de japonês e baixinho… Ele ligou de um orelhão e dizia apenas: petit japonais!!! Petit japonais!!!chaverny!!! Acreditem ou não… O taxista se lembrou dele e veio nos buscar…

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  • Adriana
    julho 29, 2014

    Em abril deste ano fui para Disney com meus filhos e marido. Estávamos nadando em um dos parques do complexo quando minha filha, que estava na minha frente caiu. Para não cair por cima dela e machucá-la dei um pulo e fui de peixinho com a cara no chão. Conclusão: machuquei todo o rosto e meu dente frontal superior quebrou e se deslocou para trás. Procurei manter a calma por causa dos meus filhos que estavam apavorados. Rapidamente, veio o socorro que me levou de cadeira de rodas para a enfermaria. Chegando lá, o atendente vira para mim e fala: “Madam, vc tem seguro saúde? Toma aqui o telefone de um dentista que atende emergência pq a senhora vai ter que arrancar este dente”. Comecei a passar mal “como assim arrancar” ” É! A senhora vai lá tira esse dente que não serve para mais nada e coloca outro” Detalhe: sem nem tirar radiografia. Fui embora para o hotel e liguei para um primo meu que mora lá. Ele me falou para não ir de jeito nenhum, que esses dentistas são uns barbeiros e que tem muito brasileiro que mora lá que só se trata no Brasil. Enfim, só faltavam 3 dias para voltar, fiquei a base de sopinhas, sem comer nada com o dente da frente, nada muito quente, nem muito gelado e ainda estou tratando no Brasil.

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    • Adriana
      julho 29, 2014

      Desculpe-me não estava nadando, estava andando!!!!

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  • Veridiana Franco
    julho 29, 2014

    Oie..primeira vez que leio o seu blog e morri de rir com os perrengues.
    Eu tenho três da viagem que fiz com minha mãe pela Itália no ano passado.

    O primeiro foi que aluguei um carro em Roma. Fiquei com medo pq não fiz aquela carteira internacional, tinha apenas a minha CNH. Cheguei no balcão da locadora que tinha comprado pela internet, entreguei meus documentos (RG e CNH) e o cartão de crédito.
    O cara me fez assinar uns papeis de liberação, entregou as chaves e o GPS e nos disse que estava estacionado do lado de fora e era pra trazer com o mesmo nível de Benzina (o combustível deles).
    Íamos fazer toda a viagem de carro.. sair de Roma para Assis, Florença até chegar em Veneza.
    Quando chegamos na Rodovia principal vimos que tinha um pedágio…não tinha lido nada sobre e nem sabia como funcionava. Minha mãe nervosa disse pra tentar colocar a nota de 10 euros pq não acreditava que seria mais que isso… Peguei a nota e tentava enfiar em tudo quanto era lugar… auauhua nada de funcionar…Via a fila de carro formando atras da gente.. Quando vi um papelzinho, tipo de estacionamento de shopping. Puxei o bendito e a catraca levantou. Minha mãe deu um berro. “Vai filha…sai correndo que abriu” Estava tão nervosa que saí cantando pneu.

    Paramos no primeiro posto pra buscar na internet como que funcionava o pedágio.
    (dica ótima: compre um chip de internet. Comprei um da TIM por 30 euros e tinha internet ilimitada por 30 dias – em todos os lugares que usei era como o wi-fi aqui no Brasil)Alias…usamos o Waze no ipad pq o GPS que aluguei não funcionava. Aí descobrimos que a gente só paga quando sai da rodovia principal. Paga pelo quilometro que rodou e tipo de veiculo.

    Minha mãe falou pra aproveitarmos e abastecermos o tanque. Só que lá não tem frentista…resultado: não tinha escrito Benzina e sim umas formulas quimicas. Cai na risada e minha mãe chamou um senhor que estava sentado no banco. Ela falando em português..bem mais alto que o normal e cheia de gestos. “BENZINA precisamos colocar BENZINA”…O senhorzinho deu uma risada…balançou a cabeça e acabou abastecendo pra gente. 😀

    Agora o terceiro sufoco foi em Veneza. Deixamos o carro no guichê da locadora e nos direcionamos para pegar os barquinhos/metro pra nos levar até a estação que ficava perto do nosso hotel.

    O sufoco foi que pra fazer a travessia do local da locadora até a parte da estaçao precisava passar por uma ponte que tinha degraus. Imagina a gente cheia de mala pra atravessar. Tinha uns homens que cobravam 10 euros por mala pra levar (tinhamos 2enormes). Recusei na hora, mas um moço que passava do lado disse… “Faço por 5” … aí não pensamos duas vezes 😛

    Deixamos as malas pesadas no armario da estação de trem e fomos comprar o bilhete para os barquinhos.
    Compramos um que dava direito a 24 horas de uso e fizemos tudo como a moça nos informou. Tínhamos que esperar na Plataforma 1 e seguir até a estação 5. Tudo perfeito.
    Chegou o barco, entramos e sentamos bem na frente. Logo depois que partimos chegou uma moça e nos pediu os bilhetes. Entregamos na maior tranquilidade já que tínhamos comprado o de 24h. Mas foi aí que o drama começou! A moça disse que não tínhamos validado e que por isso estávamos ilegais e ela tinha que cobrar uma multa de 58 euros pra cada.

    Minha mãe quase surtando sem entender nada..pq não fala italiano e muito menos inglês. Tentei de todas as maneiras argumentar com a moça…tentando explicar que não fomos orientadas a validar nada antes e nem vimos nenhuma maquina. Irredutível a moça…nada que falava ela aceitava e ainda tinha o pessoal do barco todo olhando pra gente…
    Bom…tivemos que pagar a multa de 116 euros. Parecia que tinha levado uma facada….kkkkkkk…
    Mas falava pra minha mãe: “Mãe, vamos esquecer isso. Não converte, pq quem converte não se diverte.”

    Esse foi o perrengue a moda italiana. 😛

    Dia 2 de agosto vou pra Barcelona passar 1 mês lá… espero e torço muito pra que dê tudo certo. 😀

    Bjão

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    • Eduardo Lobo
      agosto 6, 2014

      Veridiana passei o mesmo perrengue em Veneza e no trem de Genova para Roma quando tinha 15 anos e 2001. Saí de Araguaína no Norte do Tocantins sozinho para minha primeira viagem internacional. Minha cidade é muito católica e fui recebido por diversas famílias de um grupo italiano do qual participava. Fui visitar uns amigos em Genova e na volta a Roma estava tão avexado que esqueci de validar o ticket. No meio da viagem lá vem o fiscal pedindo os tickets e levei a bendita multa. Guardo até hoje o bilhete e o papel da multa no meu álbum de viagem. Eu chorava feito um bebê, mas não pela multa e sim pela vergonha e constrangimento. Eu não conseguia explicar que tinha esquecido e o fiscal não sabia o que fazer. Ele me levou para tomar água e me mudou de vagão. hahahaha!!! Em Veneza foi do mesmo jeito…cheguei na cidade e comprei o pass 24 horas e esqueci de validar…outra multa, mas sem choro. E desde então nunca mais esqueci de validar tickets.

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    • Sandra
      setembro 26, 2014

      Passei o perrengue de validar o ticket em Milão Italia , e tb nao teve choro , tivemos que pagar 36,00 Euros , e o fiscal ainda foi legal e colocou eu e minha amiga como familia e pagamos menos.
      Em Barcelona não esqueça ao passar pela catraca do metro e trem guardar o ticket , eles tb fazem fiscalização nas estações .

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  • Alessandra
    julho 29, 2014

    Passei um perrengue na ida pra Europa final de 2011. Meu vôo pra Paris tinha escala em Amsterdã. Chegando lá ficamos deslumbrados em estar pisando num chão europeu que demoramos muito pra chegar no embarque pra Paris. Perdemos o vôo. Sorte que o inglês nos salvou pra remarcar a escala. Umas 2 horas depois conseguimos finalmente voar pra Paris, chegando la nossa mala tinha ficado em Amsterdã, pra piorar ja tínhamos um outro vôo pra Barcelona há alguns minutos. A cia aérea ficou de entregar as nossas malas no hotel em Barcelona. Final da noite chegamos exaustos no hotel, somente com um casaco na mala de mão, ou seja, tivemos que tomar banho e vestir a mesma roupa( quase 24 com a mesma roupa íntima), pois todas as lojas estavam fechadas. No dia seguinte passeamos o dia inteiro na cidade, de salto, roupas inadequadas para a estação e com a preocupação das nossas malas não chegarem. Por sorte chegou no final do dia. Dica: sempre levem mais roupas na mala de mão, principalmente roupa íntima pra não passar apuros. Kkk

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  • Eliana Medeiros Pereira Melo
    julho 29, 2014

    O meu maior sufoco em viagem foi qdo fiz intercâmbio em Londres e fiquei hospedada no alojamento da escola. Qdo abri o chuveiro e comecei a tomar banho começou a soar o alarme de incêndio. Eu não liguei e continuei achando que fosse defeito no alarme. Aí começaram a esmurrar a porta e gritando GO OUT. Fiquei desesperada e passei rapidamente a toalha e coloquei o vestido por cima do corpo sem calcinha e soutien. O segurança mandou eu descer a escada (estava no 6o. andar) e ir para a rua. Detalhe: estava 4 graus celcius, eu de havaianas, cabelos molhados só com um vestido por cima do corpo. Aí começaram a gritar que eu tinha que ir para o ponto de encontro do outro lado numa praça e procurar a minha turma e meu professor. Eu estudava no outro turno e não os encontrava, lógico! Aí comecei a chorar de frio, irritada, vergonha, nervosa… tudo… Aí o segurança ficou com pena de mim, falou que era um treinamento, que é feito apenas uma vez por ano na escola, pediu desculpas e mandou voltar. Até hoje quando lembro disso me dá vontade de chorar.

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    • Fernanda
      julho 29, 2014

      Chorar? To morrendo de rir aqui ! Ótima história para contar a seus netos ! KKK

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  • Marcio von Kriiger
    julho 29, 2014

    Meu maior perrengue foi em Lisboa, durante as férias de 2012. Aluguei, supostamente, uma suíte de frente para a Praça do Rocio, por um valor bastante atraente, em um desses sites de bed and breakfast. Fiz o pagamento para seis diárias, e mantive vários contatos com o proprietário do imóvel. Ao chegar, o dono veio me explicar que houve um engano, que o valor que paguei referia-se a um quarto compartilhado, e que para ficar na suíte eu deveria pagar outrs 84 euros. Não aceitei e pedi meu dinheiro de volta. O português então alegou não ter o dinheiro, uma vez que o site só liberava o pagamento após o meu check out, e me disse que eu teria que ficar no quarto compartilhado ou pagar a diferença para ficar na suíte. Fiz um escândalo, ameacei ir para a polícia, até que meus euros fossem entregues. Achei um hostel maravilhoso, com custo inferior, onde tenho ficado sempre qye volto a Lisboa. Depois de sanada a situação, soube que o site oferece assistência jurídica a hóspedes e anfitriões, mas já era tarde… Soltei poucas e boas nos ouvidos do portuga e tive meu dinheiro de volta.

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    • Nilda Halla
      dezembro 31, 2014

      Oi Marcio me passa o endereço do hostel por favor, lugares para conhecer, enfim dicas bem legais. Pretendo conhecer lisboa.

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    • Iracema
      fevereiro 19, 2015

      Tambem passei perrengue em lisboa nas duas vezes em que estive la, sempre na hora de entrar e sair do bendito pais. A primeira vez me fuzeram pegar a fila errada da imigracao e quando entreguei meu passaporte o agente jogou no vidro da cabine e aos gritos me mandou pegar a outra fila. Na volta depois de toda burocracia dos raios x etc tal, o agente cismou com uma caixa de doce de leite que eu trazia na mala de mao, acharam ser um explosivo, passaram inumeras vezes no raio x e nao deixavam nem eu falar, por fim ele perguntou o que era eu disse “doce, fica pra voce senao vou perder meu voo” (tava fula da vida). Entao ele se convenceu e com um sorriso amarelo me devolveu a malatoda revirada e desejou boa viagem. Na ultima vez, estava indo pra londres com a mae de uma amiga e ao fazer conexao em lisboa ela foi barrada no raio x, tirou tudo de metal que carregava e nada…por fim a agente colocou a mao por dentro da toupa dela (!!!) uma senhora de 77 anos! Como eu estava perto na expectativa para aquele abuso acabar, o outro agente fez sinal para que me tirassem de perto, olhei bem na cara dele e disse “só podia ser portugues!”, depois disso liberaram ela. Na volta, gracas a Deus , nao pegaram no meu pé. Ficou bem claro pra mim que os portugueses detestam brasileiros ptincipalmente negros como eu, olha que sou neta de portugues, meu avô deve estar se revirando no tumulo de vergonha dos patrícios.

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  • alzira
    junho 22, 2014

    Em 1994 fui passar o natal em NY. Reservei, com antecedencia, um hotel de categoria turistica, há poucos metros do Central Park. Como sabia que uma de suas torres estava em reforma, solicitei explicitamente um quarto na torre já reformada. Ao chegar, fui informada de que ficaria, provisoriamente, em um quarto ainda não reformado, já que o quarto reservado somente estaria disponivel após o meio dia. Ao retornar ao hotel, no final da tarde, entretanto, a atendente na recepção era outra e, rudemente, se negou a mudar-me, sob o pretexto, de que não haviam quartos reformados livres.
    No quarto que me haviam destinado, pela manhã, o aquecimento não estava funcionando, reclamei e fui mudada para outro que apresentava vazamento no teto do banheiro. reclamei, novamente, e me deram um quarto aparentemente sem problemas.
    Qual não foi minha surpresa qdo ouvi barulhos à noite e na manhã seguinte descobri que tinham sido feito por um rato.
    Desta vez não me dei ao trabalho de discutir com a recepcionista e me dirigi ao Departament of Consumers Affairs de NY. Milagrosamente, imediatamente, apareceu um quarto reformado disponivel para minha familia, e, adivinhem, nesta torre reformada só estavam instalados europeus.
    Mantive a reclamação aberta e tive acesso a todo o desdobramento do processo, inclusive com autuação do hotel, via Internet.
    Fica aqui a dica. Façam sempre valer seus direitos, onde quer que estejam. Só assim nós, os latinos seremos respeitados.

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  • Gabriela A.
    junho 20, 2014

    Flavia, lendo estes perrengues meu deu uma invejinha dessa bagagem de viagens…rsrs

    Na minha primeira vez a praia não foi bem um perrengue, e sim, uma superação de obstáculos. Minas não tem mar, então temos que ir para outro estado. Escolhi o Rio de Janeiro (não é uma viagem internacional, mas um dia chego lá…rs). Faltando dezessete dias para a viagem, eu sofro um acidente de moto. Graças a Deus não tive nenhuma fratura, porém um corte de 4 cm no peito do pé e 12 cm do calcanhar. Todos falavam: agora como você vai?. Eu fui, como tinha planejado….entrando no ônibus para chegar em outra cidade onde ia pegar o avião cai no primeiro degrau. Minha mãe já gritou de fora do ônibus: Você não vai, pode desistir!!! Tomei um susto pelo tombo, mas fiquei mais esperta com os próximos degraus que encontrei ao longo da viagem. Subi no primeiro avião de joelhos, em Campinas (SP) tinha elevador foi mais fácil….rsrs Não deu para fazer todos os passeios planejados porque meu pé estava muito inchado, mas não desisti fiquei uma semana no Rio. E assim, conheci varias pessoas que me ajudaram e me desejavam melhoras na praia e ainda fui perto do mar, mas as muletas começou afundar muito rápido não pude ficar muito tempo, mas valeu a pena. E como sempre digo: Em vez de ficar reclamando, procure ver o lado bom em toda situação. 😉

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      • Gabriela A.
        junho 20, 2014

        De nada, e obrigada por compartilhar suas historias!

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  • Thais Soares
    junho 18, 2014

    Li os perrengues de todos! Muita história “boa”, hehehehe
    Eu já passei por alguns perrengues também: Passei mal em Machu Picchu, tive intoxicação alimentar em Cartagena, mas tem duas histórias de perrengues que eu sei que são ridículas:
    A primeira foi na República Dominicana – Eu e meu marido alugamos um carro em Punta Cana e fomos conhecer as outras praias da ilha. Em uma cidadezinha chamada Bayahibe, comprei duas conchas, daquelas enormes, e guardei-as no porta malas, dentro de uma sacola. Eu sempre fui apaixonada por aquelas conchas e, finalmente, tinha encontrado umas bem baratinhas lá.
    Depois, partimos para Santo Domingo. Ficamos 3 dias em SD e, como nosso hotel era bem próximo a praça central, fizemos todos os passeios a pé.
    No check-out, o manobrista do hotel nos entregou o carro, com os vidros abertos e avisou que precisou abrir os vidros porque o carro estava com um cheiro estranho.
    Quando entramos no carro, percebemos que o cheiro era de podre. Era simplesmente horrível. Abrimos o porta-malas e lá estavam as minhas lindas conchas, exalando um fedor indescritível. Tivemos que jogá-las fora.
    Depois fomos para Samaná, num hotel em Las Terrenas. Lá, percebemos que como as conchas estavam em cima da mala, aquele cheiro tinha ficado nela também. Ainda bem que não passou para as roupas!
    Precisamos solicitar que o hotel lavasse a mala. Porém, eles nem tinham esse serviço listado na lavanderia. Mas como o cheiro era terrível, eles aceitaram lavar e depois veriam o quanto iriam cobrar da gente. Daí já sabe, né?!! Foi uma facada! hehehehehe
    Pelo menos foi bem mais barato que comprar uma mala nova!
    Sério, gente, o cheiro era tão terrível que tenho certeza que nem deixariam a gente levar no avião! kkkkk
    De pois o funcionário do hotel nos explicou que provavelmente a concha não foi bem limpa e ainda sobrou o restinho do molusco que habitava nela. O barato saiu caro.

    O segundo perrengue foi ainda mais ridículo!
    Estávamos em Praga, às 8h da manhã, na estação de trem para ir para Munique. Já que não retornaríamos mais para a República Tcheca, decidimos gastar as coroas checas que tínhamos (lá eles não usam o euro como moeda). Mas meu marido decidiu guardar umas poucas moedinhas para dar para o meu irmão de 10 anos. A sorte foi que ele pediu para eu guardar aquelas moedas na minha bolsa.
    Estranhamente comecei a sentir dor de barriga. Mas gente, era A dor de barriga! kkkkkk
    Eu só pensei “Tenho que ir no banheiro, mas tem que ser rápido porque o trem já está para chegar”. Desci as escadas e comecei a peregrinação em busca de um banheiro naquela estação de trem. Quando finalmente achei, tinha que pagar! E pior, tinha que ser em moeda tcheca! Eu só pensei “Ai, meu deus, eu nem sei se tenho o suficiente!!!”
    Comecei a contar as moedinhas na frente do banheiro. A faxineira me olhou, mas não falou nada. Eu comecei a suar, suar, suar e de repente me perdi nas contas e precisei contar tudo de novo! kkkkk
    A faxineira, que continuava me olhando, veio até a mim, passou um cartão na máquina e liberou meu acesso ao banheiro, mas me pediu as moedas. Ela só fez um sinal com a cabeça que tinha ali o valor completo. De verdade, eu acho que não tinha, mas ela fez de conta que sim! Ela se tornou minha heroína naquele dia! hahaha
    A sorte foi que não perdi o trem e nem a dignidade!
    Mas foi um sufoco!

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  • Rosania
    maio 27, 2014

    Meu maior perremgue foi em Roma, quando estacionamos o carro ao lado do hotel, tínhamos acabado de alugar, carregamos o mesmo com as malas e retornamos para fechar a conta, dai meu marido havia esquecido o cel no carro e volta para pegá lo, aí se depara com os vidros quebrados e a maior parte das malas roubadas. A minha maior decepção foi com os funcionários do hotel que não demonstraram nenhuma surpresa com o ocorrido e não nos prestaram nenhuma ajuda, tivemos que por conta própria procurar uma delegacia, que por sua vez também nao foram nem um pouco solicitos, precisavamos do boletim de ocorrência por causa do seguro do carro, nao falávamos Italiano e ele não fez nenhum esforço para nos ajudar, graças ao tablet que tinha levado e ao goole tradutor , pude fazer o BO, logo depois ficamos sabendo ser essa uma pratica muito grande pela Europa, o roubo de malas e assaltos pequenos, daí seguimos pela Toscana, Verona, Veneza e Milão, mas não tivemos mas tranquilidade, agora já sei , viajar com o mínimo de malas possível e que nao tem essa que violência é só no Brasil. E também acho furada que com a copa precisamos mostrar aos turistas que somos hospitaleiros, temos que mostrar o que realmente somos.

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    • Aline
      julho 29, 2014

      Oi Rosania,
      Sei bem o que é isso, tivemos um problema parecido em Roma e ainda tivemos que escutar do Oficial da Polícia, que os Brasileiros fazem isso para ganhar seguro… Olha que ABSURDO!!
      Não fazem questão nenhuma de te ajudar ou te compreender em outra lingua que não seja o Italiano… lamentável!!!

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  • Carlos
    maio 1, 2014

    Meu perrengue foi agora em Cancun… Ano passado fomos a Grecia e Turquia e fizemos um mega seguro de viagem por medo do acidente ocorrido com balão na capadocia (fizemos e foi ótimo!!!) Já naquela época decidi estudar todos os beneficios do meu cartao de credito e descobri que alem do seguro viagem, ele nos dava tambem um seguro para o aluguel de automoveis. Pois bem, descobri que para ter direito ao seguro gratuito dado pelo cartao de credito voce deve pagar pela passagem aerea (ou taxas de embarque no caso de milhas) e pela locação do veículo com o cartao de credito… e ainda RECUSAR o seguro CDW oferecido pela locadora. Pois bem, reservei pelo site da ALAMO e fui para Cancun… Chegando lá, a atendente da Alamo explicou o valor da locação e que incluiria um seguro total pelo custo de 35dolares/dia. A minha reserva tinha um custo de 172dolares… mas, com o seguro total que ela quis me empurrar o valor subiria para 373dolares… Recusei e disse que queria exatamente o que tinha reservado… pronto: o atendimento ficou ruim… as caras fecharam… me negaram um copo dagua e comecei a ouvir os riscos que estava correndo com aquela atitude, etcetcetc Minha esposa percebeu que todos os casais que chegavam e apenas assinavam sem questionar nada, saiam rapidamente e pegavam um carro do patio (novo, branco e limpo) e nós tivemos que esperar um carro que estava chegando ainda… ele chegou: azul, empoeirado e todo – digo mais – completamente arranhado… o relatorio de inspeção do carro estava todo rabiscado… teto e banco manchados… Eu me senti sendo enrolado ali… e filmei toda a inspeção…10minutos de video… Na saída, uma mulher apareceu e disse que era funcionaria da ALamo… me indicou os caminhos no mapa, falou dos passeios que existem em canun, onde era o meu hotel etcetc… falou falou falou e no final me ofereceu desconto em passeios etc e tal… no final me empurrou uma palestra de um hotel time sharing… eu estava tao estressado, que ainda paguei 20dolares pra ela?! Isso seria para reservar o convite gratis para o nado com os golfinhos… enganação! os descontos sao dados realmente, mas perder uma manha numa palestra onde tentam te empurrar um plano caríssimo de hoteis onde voce é dono blablabla… Isso tudo me causou um estresse desnecessário logo na chegada a cancun e me deixou preocupado o resto da viagem. Pelo menos a entrega do carro foi sem problemas… ninguem me cobrou nada alem da minha reserva conforme o conbinado… Deus ajuda os viajantes…

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  • Filha
    maio 1, 2014

    O Meu foi um pequeno e por besteira minha.
    E foi em minha primeira viagem sozinha para Orlando há um bom tempo atrás.
    Depois de passar um dia no outlet de andar muito,resolvi dar uma volta por Downtown Disney e comer alguma coisa e então já era bem tarde.
    Parei o carro na estacionamento próximo ao Cirque de Soeil e fui andanda até o outro lado de DD, onde ficam os barquinhos, comi no meio do caminho , continuei até o final, como meu pé já estava doendo , resolvi pegar um barquinho que me deixaria do outro lado, bem perto do estacionamento onde estava o carro.
    Porém não prestei atenção e ao invés de pegar o que faria esse percurso, peguei o que faria a ultima viagem para os hospedes do resort.
    Me lembro muito bem da sensação quando o barraquinho , passou reto por onde eu achava que iria descer, como não havia o que fazer , fiquei quietinha, fazendo cara de samambaia, afinal não queria que ninguém percebesse o quando eu estava me achando boba por não prestar atenção . E eu pensava que talvez houvesse uma chance de que o barquinho fosse em um resort bem próximo e eu negociaria com o condutor para que pudesse voltar com ele para qualquer ponto próximo a DD , masfomos passando por resorts, paradas e mais paradas, eu cada vez mais uma samambaia amarela.
    Até que finalmente o condutor me”convidou” a descer informando que era a última parada, ainda tentei conversar , mas não teve jeito, tive de descer ali no último resort( e essa foi a única pessoa que não foi simpática comigo nessa viagem), me disse para descer, e eu tentava descobrir com ele uma alternativa para voltar, mas ele dizia não saber. Bom resolvi descer, afinal não sei nadar, rs.
    Sai andando pelo resort ( na verdade eu estava correndo ), pensando em achar uma recepção e descobrir um jeito de voltar para o estacionamento.
    Na recepção descobri que nas ruas em frente aos resorts, haviam os ônibus da Disney que fazem esses percursos.
    Corri muito para achar uma destas paradas afinal, tb havia sido informada que era quase hora dos ônibus pararem fiquei um tempo por ali, alguns ônibus passaram mas do lado contrario, acredito eu que estavam indo para a “garagem”, pois não via mais ninguém dentro deles.
    Quando já estava pensando em voltar para a recepção, eis que então vejo uma luz na minha direção ,,viva!!!!
    No letreiro estava escrito Downtown dei sinal ele parou e a motorista, logo me disse : “Down” !!! E eu disse ; Yes !!! Afinal era para lá que eu iria .
    E ela novamente ” Down” !!! Eu novamente ; Yes!!!
    Ficamos por alguns minutos nessa repetição e eu não entendia, porque ela simplesmente não ia para “Down” já que para mim era o diminutivo de Downtown.
    Mas sabe como é primeira viagem sozinha, depois de fazer uma besteira, cansada, tarde da noite,,,, nada faz muito sentido,,,
    Lá pela quinta vez a motorista já irritada diz : I ‘m done !!!! Sim, era Done!!! Ela tinha parado !!
    OK, a pronuncia é diferente eu sei,,, mas já me “justifiquei” acima, e outra acredito que queria tanto que aquele fosse o ônibus certo,,, que para mim ela dizia : Down .
    Enfim desci e fiquei esperando mais uns 7 minutos que pareceram 30 e ai sim apareceu um último ônibus que me levou, somente eu e o motorista, me deixando em uma estacionamento quase vazio em plena DD.
    O que até hoje não entendi, foi o por que a motorista parou se ela não estava mais em serviço.
    Então :I’m done!!

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  • Claudia Maria
    maio 1, 2014

    Meu maior perrengue,qur dizer nosso, pois eramos dez, foi Genebra. Chegamos tarde no hotel em Annecy, cidade francesa perto de Genebra e só tínhamos aquele dia para visitar a cidade, no dia seguinte rumariamos para Dijon. Já estávamos meios cansados do esquema, poe e tira malas do carro e com a pressa acabamos não tirando algumas malas do carro, dentre elas a pasta com o laptop
    Fomos para Genebra e paramos frente ao parque, num parkink público, pagamos o estacionamento e fomos passear. Andamos pelo parque, jantamos num restaurante português e quando voltamos para os carros um estava com o vidro quebrado. Como? Estamosem Genebra, na Suíça e fomos roubados? Pois é! Quebraram o vidro da janela e roubaram minha pasta com o laptop, uma Basile com vários lenços e objetos pequenos e sanduíches. Que fazer? Falamos muito pouco inglês e francês, pior ainda! Mru marido e meu irmão voltaram ao restaurante português para pedir ajuda. Foi quando surgiu nosso anjo suíço! Ela morava no prédio em frente aonde estava o carro e ficou preocupada conosco, chamou a polícia e com muita dificuldade de entender o seu francês, descobrimos que naquele local estavam havendo muitos furtos e para nossa alegria ela tinha uma vizinha brasileira que nos ajudou muito na hora de falar com a polícia e fazer o BO, sem ela seria impossível, pois os policias não fizeram nenhum esforço para nos ajudar. Saldo da situação: fiquei sem meu laptop e a maioria das fotos da metade da viagem( para mim a pior parte), mas aprendemos que em qualquer lugar do mundo existe furto. Além disso, por termos que esperar o conserto do carro, conhecia a linda cidade de Annecy, com seu belíssimo lago, que recomendo a todos!

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  • Marcia
    março 29, 2014

    Meu perrengue foi há 1 mês atrás em Madri, viajamos eu, minha irmã e nossa prima. Sabia que em Paris era preciso guardar o bilhete do metro durante toda a viagem, mas não me toquei que em Madri era igual. Compramos bilhetes a mais pela manhã pra já ter pra volta, só que dependendo do trecho que fizer é um valor diferente e nossa volta foi de uma estação totalmente diferente da que compramos, aí quando saímos do trem demos de cara com a fiscalização. Maior sufoco porque tínhamos os bilhetes mas eram errados, demos uma de quem não estava entendendo nada, tentamos argumentar, minha irmã mostrou o passaporte dizendo que era estrangeira e não sabia, enfim foi o maior teatro e palhaçada, até que o fiscal falou que se não pagássemos 30 euros cada uma teríamos que ir até a polícia, kkkkkkk. Diante da situação resolvemos mostrar os bilhetes, afinal quem sabe a pena seria menor, aí ele disse que não era o trecho correto mas estava tudo bem e deixou a gente ir embora. No final todo mundo ria muito, nós porque valeu a pena todo o teatro e não pagamos a multa e eles porque devem ter achado que éramos 3 burras sem noção.

    reply
  • Luciana
    março 28, 2014

    Meu maior perrengue foi em Paris no ano passado, quando minha filha , na época com 6 anos, teve vontade de fazer xixi. estávamos visitando a Torre Eiffel e corremos para o banheiro, quando chegamos tinha uma fila gigantesca e ela tardinha não agüentou esperar e fez na calça ( criança na França não tem prioridade), entrei no banheiro só para tirar a meia calça e passar um lenço umedecido, mas a mulher que cuida do banheiro achou que eu ia colocá-la pra fazer xixi no chão. Brigou comigo, me mostrou as câmeras do banheiro e eu falando em inglês e ela em Francês uma confusão, conclusão tive que entrar com a minha filha em uma das cabines super apertadas e me contorcer pra tirar a roupa dela.
    Hoje eu morro de rir, mas na hora fiquei assustada com a reação da mulher.

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  • Morenise
    março 28, 2014

    Em 2012 meu marido e eu fomos passar 15 dias de sonhos na Itália, que incluía, dentre outras maravilhas, um tour de carro pela Toscana. Tudo ia bem até desembarcarmos em Milão. No aeroporto nos informaram que nossas malas tinham sido esquecidas na Alemanha. As duas malas!!! Após umas duas horas de espera, chegou a mala do meu marido! Que alegriaaaa… Mas e a minha? Ficou na Alemanha! Mais espera até que, após mais uma hora, chega a minha! Agora sim! Estávamos prontos para pegar o carro na locadora e partir para a aventura. Quando no balcão o rapaz pediu, além da carteira de habilitação internacional, a CNH do país de origem. Pensei: agora ferrou! Ficou no Brasil! Pensa, pensa, pensa numa solução, até que virei para meu marido e falei: não temos escolha, vamos pedir para o vizinho arrombar a casa e pegar a carteira, passar no scanner e mandar para cá por e-mail. E foi isso que fizemos. Mais algumas horas e a cópia chegou. A locadora foi bacana e deixou a gente seguir só com a cópia e orientou: se a polícia parar digam que esqueceram a carteira original do país no balcão da locadora! Enfim, após 6 horas no aeroporto pudemos sair com o carro. O resultado foi que perdemos o ingresso comprado antecipadamente para ver a obra Última Ceia do Leonardo da Vince. Ficamos chateados na hora, mas depois passou. Depois dali, tudo deu certo! A não ser mais um detalhe: não é que a polícia nos parou mesmo?!

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    • Thais Soares
      junho 18, 2014

      Que história, hein!! Bom saber disso, pois ano que vem eu e meu marido iremos para a Itália tbm e alugaremos um carro. Agora já sei que teremos que levar a CNH daqui! Obrigada!! No fim o seu perrengue foi educativo para os outros, viu! hehehe

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  • Ariane
    março 23, 2014

    Flávia, eu não sei não, mas eu acho que o meu perrengue bate todos! Foi agorinha em fevereiro, eu e o noivo viajamos pra Cancun. A viagem foi maravilhosa, duas semanas boas demais, ainda bem que o problema ocorreu na hora de voltar pra casa. Tínhamos ido num restaurante indiano na noite anterior e não nos demos bem com a comida, muito apimentada e temperada, totalmente diferente de comida indiana no Brasil! Contando isso, você já deve imaginar… o voo era 23h20 e era da Cidade do México para Guarulhos, ou seja, 9 horas de voo. Às 22h, no aeroporto, eu comecei a passar mal. Só antes de entrar no avião eu vomitei três vezes, sendo que uma delas foi no chão porque eu não consegui correr pro banheiro, o maior mico! Mas, não quis ir pra enfermaria nenhuma, eu queria era voltar pra casa e tava com muito medo de perder o voo… o meu noivo desesperado coitado, hoje ele conta que tava muito assustado e eu tava branca que nem papel, muito pálida. Entramos no avião e as aeromoças perguntaram se eu realmente queria ir, pois era um voo muito longo. Com a minha afirmativa, elas trouxeram vários saquinhos de enjoo, um saco plástico com gelo dentro e diversas garrafas de água. Nem preciso te falar que usei quase todos os saquinhos e fui ao banheiro (ainda bem que eu estava perto) a noite inteira, né? Chegou um momento que não tinha mais nada no meu estômago, só saía água. Cheguei ao Brasil me arrastando, muito fraca mesmo, só tomei um banho em casa e meu noivo me levou ao médico. Era uma intoxicação alimentar! Dois dias depois, o noivo também começou a passar mal do mesmo jeito, mas pelo menos estávamos em casa e eu logo o levei ao médico. Eu sobrevivi, mas foi um sufoco. Detalhe que eu tenho muito medo de avião e este voo de volta foi bastante turbulento, mas no meu delírio, eu só pensava: se essa m**** cair, pelo menos eu paro de me sentir mal desse jeito! hahahaha
    Beijos, adoro seu blog!

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    • Thais Soares
      junho 18, 2014

      Ariane, sei bem como é! Tive uma intoxicação alimentar em Cartagena, nesse ano. Pior é que, só depois de eu estar passando mal, é que descobri que a agencia de viagens errou a data do meu seguro saúde. Isso é, eu estava lá, passando mal, sem estar sendo assegurada! Meu marido quase enlouqueceu, ligou diretamente para a proprietária da agencia e ela resolveu, já tarde da noite! Sufoco!

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  • Kelly Freitas
    fevereiro 13, 2014

    Minha primeira viagem sozinha foi pra comemorar o divórcio, Bahia – Porto Seguro. Tudo reservado e pago uma semana antes da viagem, estava confiante. Eis que chego no aeroporto e a pessoa que aguardava para levar para o hotel nos diz: “tenho duas notícias pra dar pra vcs, uma boa e uma ruim”…Sem pestanejar falei: “nem te conheço e tem duas notícias pra me dar? É pegadinha Onde está a câmera?!”. “A notícia ruim é que não tem vaga no hotel que vcs reservaram!!!” Jura??????? Vou dormir no relento embaixo de coqueiros?. Mas a notícia boa era a reserva de outro hotel da mesma rede, segundo a pessoa portadora das notícias, seria um upgrade. Até hj não acreditei nisso kkkk

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    • Filha
      maio 1, 2014

      Onde teve perrengue aqui nesta historia ???
      Teve up grade !!!! Então!!!

      Perrengue : Sufoco, Aperto !!!!

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  • fevereiro 12, 2014

    Meu perrengue foi em Orlando em 1993 qdo nao tinhamos gps……so mapas,voltavamos de um passeio a noite e nos perdemos….fui procurar o mapa no porta luvas e cade…..hehehe…algumas horas depois nos achamos, mas foi um sufoco!!!!

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  • Adriana Carneiro
    fevereiro 12, 2014

    Am abril do ano passado eu e meu “namorido” fomos para Paris e resolvemos alugar um estúdio em Marais. Tudo combinado e pago para o proprietário que nos enviou por e.mail duas senhas: uma para a portaria e outra de acesso aos apartamentos. Porém imaginei que haveria um porteiro ou mesmo o proprietário nos aguardando para nos dar as chaves, já que combinamos direitinho dia e horário para chegarmos. Já lá conseguimos entrar pela portaria, passar pela porta que dá acesso aos apartamentos, mas onde estavam porteiro, dono do apto? nada! e cadê a chave do apto? Liguei para o proprietário e o cel estava fora de área. Entrei em desespero. Um frio danado, chuviscando, duas malas enormes! O que fazer? Pelas escadas vinha descendo um rapaz francês ao qual pedi ajuda. Ele disse que uma moça da loja embaixo do prédio poderia conhecer o dono ou ter uma ideia. Lá fomos nós e Delphine, uma chinesa simpática se propôs a nos ajudar e explicou que deveríamos ter uma terceira senha para abrir uma caixinha que tinha no batente da porta do apto onde estaria a chave. Só que eu não tinha a tal terceira senha. Ela desceu e disse que ía tentar falar com o dono do apto. Nisso eu, desesperada tentei também. Até que o francês atendeu. Eu nunca falei inglês tão bem na vida. Na verdade, nunca dei uma bronca tão bem dada em inglês na vida. Ele jurando que me mandou a terceira senha e eu dizendo que não tinha, que queria entrar, que ele tinha que dar um jeito. Quando me revelou que estava fora de Paris quase tive um treco…nisso a ligação caiu e não consegui mais falar. Já estávamos nós conformados com a situação, prontos para procurar um hotel quando Delphine aparece dizendo que conseguiu falar com o proprietário e ele passou pra ela tal senha. Eu e meu “namorido” demos tantos beijos e agradecemos tanto a menina que ela até ficou sem graça, pois não deve estar acostumada a esses arroubos brasileiros de entusiasmo e agradecimento. Enfim, entramos no apto e curtimos nossa estada. Mas foi um dos maiores sufocos que passei na vida!

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  • João Paulo Nogueira
    janeiro 22, 2014

    Meu maior perrengue foi perder os documentos em Cuzco – Peru. Estava junto de um amigo (André) que me ajudou muito. Fomos até a polícia de turismo na cidade peruana que nos recomendou fazer um Boletim de Ocorrência. Fomos de viatura até lá e fizemos muita amizade com os dois policiais que eram muito simpáticos e ficaram fazendo muitas perguntas sobre o Brasil, principalmente sobre as mulheres e se tinhamos gostado das mulheres peruanas (tour de viatura por Cuzco a noite). Demoramos um bom tempo para sair da Delegacia com o B.O no dia seguinte pela manhã, visto que a noite tínhamos apenas agendado. E então partimos para um voo até Lima. Chegando lá fomos fazer o check-in e nos barraram mesmo com o B.O em mãos. Por causa disso tivemos que estender nossa viagem e perder uns dias a mais de trabalho. Fomos a embaixada no bairro que estávamos (Miraflores) e resolvemos tudo. Eu recebi o Salvo-conduto e pudemos enfim regressar para São Paulo.

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    • Talita Karla Nogueira
      fevereiro 12, 2014

      Nossa..eu também perdi os documentos no Peru, em Puno…alias perdi os documentos…o dinheiro…os cartões…fiquei apenas com minha dignidade…kkk!!Eu já tinha passagem para Copacabana, minhas amigas e eu íamos cruzar a fronteira. Liguei para o Consulado e eles queriam que eu voltasse a Lima porem eu estava há 20hs de Lima e apenas há 3h de Copacabana com a passagem paga. Resolvemos arriscar .Com o B.O em mãos passei pela imigração peruana e eles se recusaram a carimbar minha saída do pais…corri até a imigração Boliviana e pedi para me deixarem entrar eles disseram NÂO…Fiquei pipocando entre Peru e Bolívia até que um guarda boliviano ficou literalmente de saco cheio da nossa presença e das nossas vozes irritantes no ouvido dele e nos liberou. Fiquei em Copacabana e só consegui um hotel depois de muito pedir para o recepcionista me aceitar sem documentos.No dia seguinte fomos a La Paz, chegamos em La Paz as 22h e demos de cara com o exercito boliviano…Ai eu pensei??Agora já era…vou ficar presa neste país!!!Mas meu anjo da guarda foi tão bom que nenhum soldado nos parou, consegui me hospedar em um hostel no qual eu já havia me hospedado em Lima portanto ele já tinham uma copia dos meus documentos no cadastro deles.No dia seguinte fui até a Bolívia e resolvi toda minha situação e consegui voltar ao Brasil sem perder minha passagem de volta!Viajei com tes amigas que conheci pelo site MOchileiros.com…era a primeira vez que nos víamos…mas elas foram excelentes companheiras de viagem…foi tudo muito divertido pois conseguimos driblar os perrengues com muito bom humor…e acho que foi por isso que deu tudo certo! Sei que elas me deram dinheiro suficiente para voltar ate São Paulo porem fui surpreendida com uma taxa de 25 dólares para o embarque em La Paz…conclusão:no voo conheci uma missionaria brasileira e um empresário ao contar minha historia todos riram muito e me deram mais dinheiro para eu chegar ate a a casa da minha tia em Campinas!Sem duvida foi a melhor trip até hoje!!!

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  • marcia bretas
    janeiro 21, 2014

    O meu perrengue , foi pegar um carro locado em curacao, e não meter a mão no estepe p ver se tava cheio.. estavamos comhecendo a ilha, que não tem transporte público, bati a roda num desnível da pista, a roda entortou e o pneu esvaziou. Ao pegar o estepe pra trocar , minha surpresa- vazio.!! A gente nuna espera furar o pneu né! !! Por sorte tunha a una metros da estrada um restaurante, q gentilmente $$ nos levou ate a borracharia mais próxima, uns 7kms. Por isso de agora em diante, confirme se o estepe esta cheio….

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  • Francine Agnoletto
    agosto 26, 2013

    Flavia,

    Me identifiquei em várias situações, rsrsrs

    Em Paris, nõa me deixaram subir na Torre pq eu estava com uma torre minuatura na mão, acredita??? O guarda queria que eu colocasse no lixo. De jeito nenhum, tinha ficado uns 30 min negociando o valor e agora iria colocar no lixo??? Desisti de subri, mas trouxe minha torre pra casa, rsrsrs

    Bjs, Fran

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  • junho 7, 2013
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  • Denise
    julho 23, 2012

    Nuss, essa da calça foi de lascar.. Ainda bem que não foi preciso tirá-la ehehehe.. Que situação!

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  • julho 20, 2012

    Nossa, morri de rir! Acho que não tenho muitos perrengues assim… por enquanto! Bjos

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  • julho 20, 2012

    Flavia, desculpe… mas rachei de rir das histórias, muito boas!

    E afinal, viajante sem perrengue e sem mico não é viajante né

    bjão

    Jonathan Padua

    reply
  • julho 20, 2012

    Hahahahhha, greve cultural em Paris??? Não creio!!!

    Não tive tanto perrengue assim na volta ao mundo, mas é bom não comemorar pq tem chão ainda…rsrsrs

    Adorei a ideia do post, principalmente p evitar perrengues com crianças.

    Beijos, Até + !!!

    reply

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