Rock in Rio 2011 #EUFUI

Rock in Rio 2011

Na primeira edição do Rock in Rio eu tinha 10 para 11 anos e não pude assistir a então ídolos meus como Queen, Paralamas e B-52s. Mas pude assistir a tudo pela televisão e as cenas são memoráveis, não preciso rever pra lembrar o Fred Mercury cantando “Love of my life ” . Na segunda edição, feita no Maracanã, lembro que comprei ingressos para o primeiro dia que o Guns’n Roses tocaria, seriam 2 dias, e quando cheguei no Maracanã haviam vendido mais ingressos pro dia do que a capacidade do estádio! Coisas do Brasil.. Só me restou trocar o ingresso pro segundo dia que o Guns se apresentaria, que seria na noite do Metal.. e lá fui eu assistir a Sepultura, Megadeth e cia… e pra minha surpresa, mesmo não sendo o meu estilo de música favorito, nem algo que escute no carro, os shows foram bons e mais.. o público se comportou muito bem. Passei em branco no Rock in Rio 3, já estava casada e já tinha passado sufoco no U2… aliás, aquele show sim, foi o mais desorganizado que fui na minha vida.

E agora, depois de 10 anos sem edição do festival no Rio de Janeiro, aliás, no Brasil, acontecendo somente na Europa; eu fui no primeiro dia – 23 de setembro- e já estou confirmada nos dias 01 e 02 de outubro.

 

Vou confessar que me encantei com a Cidade do Rock, aliás, minha dica é que se chegue bem cedo e curta bastante todas as atrações que os mega patrocinadores bolaram pra entreter o público antes do show. Vale lembrar que os brinquedos não funcionam durante os shows e por isso mais que nunca é preciso chegar cedo.

 

 

Roda GIgante

 

Li muito a respeito de furtos, de problemas na entrada e saída e fiquei até assustada, porque li isso tudo no dia seguinte, mas simplesmente não vi nada disso. Estava com meu iphone e com máquina digital e usei os dois o tempo todo, coloquei no bolso e senti o ambiente bem tranquilo, mesmo quando fiquei lá na muvuca.
Vi muitos jovens bêbados já no show do Paralamas com Titãs, e era ainda o primeiro show. Vi poucas drogas, uns grupinhos nos cantos com maconha e só. Vi muitas crianças e adolescentes.  Mas tenho a sensação de que nem todas as pessoas foram furtadas, muitas perderam objetos por estarem alteradas, por sentar no chão.. e até deitar… Vi muita gente dormindo no intervalo do show do Elton John para o da Rihanna.

A ida foi tranquila: fui de ônibus comum, pegando ele no terminal Alvorada na Barra da Tijuca, e fui sentada. Mesmo saindo em cima da hora, às 18:30hs, cheguei à tempo de assistir ao primeiro show, Paralamas com Titãs. A fila na entrada era pequena, e o único porém é que não vi revistarem ninguém, o que poderia ocasionar algum risco às pessoas. Posso considerar também como falta de organização a falta de cobrança de documentos no caso de 1/2 entrada. E só.
Lá dentro as pessoas se espalham e trocam de lugares conforme o gosto musical… eu por exemplo fui comer no show da Cláudia Leitte e depois fiquei lá na frente pra assistir ao Elton John.

fila do Bob’s no intervalo do primeiro show

Aliás o problema todo foi o comer e beber… filas imensas em todos os lugares… e olha que são vários caixas de Bob’s , várias opções de onde comer: desde Hortifruti, passando por Pipoca, Koni, Domino’s, Batata Frita até o Botequim Informal. No intervalo então fica impossível… Minha dica é que compre as fichas assim que chegar na Cidade do Rock, de TUDO que for consumir durante os show e vá buscando aos poucos, porque pra buscar as filas são pequenas ou nem existem.

Rock Street

A Rock Street é uma atração à parte e cheia de atrações: shows de jazz, rock, lugar pra sentar com mesas e cadeiras, roda gigante.. Por isso que reafirmo que vale a pena chegar cedo, almoçar por lá.. até porque tem Escondidinho de Carne Seca com Catupiry no Informal que é tudo de bom e curtir tudo com calma, sem filas.

Outro detalhe que curti foi que existe telão não apenas perto do palco e em shows que não me interessava muito eu fiquei mais distante, sentada e às vezes deitada assistindo pelo telão e ouvindo o som ao vivo 🙂

Dentro dessa garrafa existe mais diversão

A saída, que eu estava com receio de passar perrengue, foi mais tranquila que a entrada: catracas com a máquina  de passar a passagem (cartão) do ônibus na própria saída da Cidade do Rock, facilitando ainda mais a entrada e rapidez nos ônibus comuns, e mais uma vez voltei sentada até o Alvorada.  Isso só me deu mais vontade de retornar no próximo fim de semana!

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  1. Carlos_wt

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