I ♥ NY
Tenho uma ligação emocional forte com New York. Por ser a primeira cidade fora do Brasil a conhecer, por ser o único lugar que morei sem ser o Rio de Janeiro, por ter vivido momentos importantes da minha vida na cidade. Morar lá, ser “guia” turístico para amigos que visitavam a cidade, fizeram que New York fosse uma segunda casa, por mais que fique anos sem visitar. Até porque a aparência engana, NY parece ser fria, mas é altamente acolhedora justamente por ter gente de todos os lugares do mundo ali, por ser multicultural é fácil se “misturar” e se apegar. Não é à toa que em cada loja de souvenir que você encontra em Manhattan é possível comprar uma camisa com a expressão I ♥ NY. E fica sempre aquela saudade e a certeza de que por mais que eu queira conhecer o mundo todo, ali é um lugar que preciso sempre voltar.
Hoje todo mundo está falando sobre a tragédia de 11/09/2001 . Eu estava no trabalho, em uma mega multinacional americana, e assisti a tudo incrédula pela internet e depois pelas televisões que a empresa disponibilizou para os mais de mil funcionários acompanharem tudo. Assistir às torres gêmeas caírem como em um filme de Hollywood, aquelas mesmas torres as quais eu filmei toda a subida do elevador , os 110 andares. As torres que eu procurava encaixar nas fotos de qualquer canto de Manhattan, da Liberty Island . Até hoje não consigo acreditar nas cenas, como algo tão forte, imponente, desabou daquele jeito.
Não vou falar mais da tragédia, hoje será um dia que todos falarão disso, já se passaram 10 anos… Afinal isso é um blog de viagem, o que recomendo é que visitem o memorial, museu, que passem no lugar onde as torres ficavam. Eu tive o prazer de fotografar, de admirar a cidade que nunca dorme do topo de uma das torres em 1996. (Ps: milhões de desculpas pela qualidade das fotos, estou sem scanner e as fotos foram tiradas em 1996 durante a visita ao World Trade Center) E o post é sim, como diz o título, minha declaração de amor à essa cidade, a cidade que nunca dorme, como cantava e se declarava também a ela, Frank Sinatra. Lembro que no dia que ele morreu, eu estava em New York, em 1998, e o Empire State Building , em nome da cidade, o homenageou, iluminado de azul, se referindo aos seus olhos azuis. E meu post termina com esse homem fazendo a sua declaração de amor, muito melhor que a minha por sinal rs, à essa cidade que também é maravilhosa como o meu Rio e que merece ser visitada sempre!
















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