Algumas dicas gastronômicas de Fernando de Noronha

Na primeira vez que fui na Ilha tive esse problema, onde comer? E dessa vez não foi diferente.

O Guia 4 Rodas acaba sendo a salvação, até porque eu já conheci um profissional que trabalha experimentando e pesquisando e vi que o trabalho é levado à sério. E como o próprio Guia diz, comer em Noronha é muito caro, mas justificável, afinal praticamente tudo vem pelo mar.

Camarão no Xica da Silva

Do Guia eu peguei a dica do Xica da Silva, que fica na Floresta Nova e era na rua da minha pousada. Ambiente super bacana, bem alto astral, jovem. Pedi um camarão empanado no coco com arroz ao creme de abóbora que surpreendeu.

 

 

 

Jantar no Zé Maria

Tentei de novo ir ao Festival Gastronômico da Pousada do Zé Maria, que é super famoso, apenas às quartas e sábados. Por um preço único você pode degustar de 40 pratos diferentes. É preciso reservar com muita antecedência, e desanimei porque não me sinto capaz de experimentar 40 pratos em uma refeição 😀 . Mas fui em um dia normal e pedi um peixe que vem com 8 guarnições. Serve até 3 pessoas. Mas o que achei mais interessante no cardápio de lá foi opção de crepes, lanches, sanduíches, e a preço razoável.

Peixe na telha no Restaurante do Dolphin Hotel

Como já tinha ido na primeira vez que fui à Noronha, voltei ao Dolphin Hotel para jantar. Não entendo como o restaurante está fora do Guia 4 Rodas. Comi um peixe na telha, que dá pra 2 pessoas, e eu diria que foi o melhor peixe que já comi na vida. E o melhor, o hotel tem transfer, é só agendar o jantar, eles te buscam na pousada e ao término eles te deixam lá.

 

Outro que também tem transfer, é famoso, está no Guia 4 Rodas é o Ecologiku’s. Não sei se foi porque esperava muito de lá, fiquei decepcionada. Pedi uma moqueca de camarão com lagosta, estava boa, mas nada de excepcional, principalmente pelo preço. Outro problema de lá é que o restaurante é aberto, e no meio do jantar caiu um temporal e foi difícil encontrar uma mesa que não molhasse com a chuva e o vento.

Para o almoço, no dia a dia, eu me apaixonei pelo Flamboyant, no bosque de mesmo nome. É um buffet à quilo,  super alto astral, tanto de dia quanto à noite, com opção de carne, peixe , frango e massa todos os dias. Clima jovem, descontraído, e procurem o garçon Naldo, ele é uma simpatia, disposto a ajudar, dá dicas de passeios e etc. O preço é ótimo, e todos os dias tinha um pudim de leite condensado que é um dos melhores que já comi.

Eu fiquei decepcionada com o café da manhã da minha pousada: não tinha tapioca. E ir pra Noronha, tem que comer tapioca.

Tapiocas no Empório São Miguel

Descobri um lugar que tem tapioca de tudo quanto é sabor: Empório São Miguel. Fica pertinho do bosque Flamboyant.

 

 

 

 

 

 

Bolinho de tubalhau no Museu do Tubarão

E por fim, é obrigatório experimentar o bolinho de tubalhau em Noronha. Antes era vendido apenas no Museu do Tubarão, mas pode ser encontrado em outros lugares também. Eu comi no museu.

 

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