Viajar é Tudo de Bom!!!: Conhecer lugares, experimentar comidas diferentes, aprender sobre outras culturas e compartilhar experiências…

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Sex
9
Jan '09

O que você vai celebrar??

A partir de janeiro de 2009 fazer aniversário em um dos parques do Walt Disney World na Flórida ou do Disneyland Resort na Califórnia é sinônimo de presente, isto é, o aniversariante não paga  ingresso. *

No caso de quem compra um pacote turístico com os ingresos inclúdos e portanto já pagou o ingresso, a Disney preparou alguns benefícios que poderão ser usados como substitutos:

- um cartão de aniversário no mesmo valor do ingresso** Magia à sua Maneira Básico para o Walt Disney World Resort de um dia ou um ingresso** de 1 dia/1 parque para o Disneyland Resort a ser usado no dia do aniversário para compras, recreação ou atividades de diversão, conforme aplicável, em locais selecionados no Walt Disney World Resort ou no Disneyland Resort; ou

- um crachá FASTPASS*** especial para determinadas atrações no Parque Temático Disney visitadas na data; ou

-um ingresso Magia à sua Maneira* Básico para o Walt Disney World Resort de 1 dia ou um ingresso de 1 dia/1 parque para o Disneyland Resort a ser usado até o próximo aniversário.

*Não haverá reembolso de dinheiro nem fornecimento de créditos. Apresentação obrigatória de identificação válida, incluindo comprovação da data de aniversário, na entrada ou na cabine de venda de ingressos.

**Baseado no preço de portão do ingresso Magia à sua Maneira Básico para o Walt Disney World Resort de um dia excluindo taxa, ou no preço da cabine de venda na entrada principal do ingresso de 1 dia/1 parque para o Disneyland Resort. Os adultos recebem um cartão no valor do ingresso de um adulto e as crianças (entre 3 e 9 anos) recebem um cartão no valor de um ingresso de criança. Para conhecer os termos e condições do cartão e detalhes sobre os locais participantes e atividades e serviços aplicáveis que podem ser adquiridos com o cartão, visite disneyparks.com/birthdayfuncard.

***O número dos crachás FASTPASS de aniversário emitidos é limitado e pode não estar disponível após as 11:00 horas. É obrigatória entrada válida para os Parques Temáticos. O FASTPASS é válido para o aniversariante e até 5 participantes

Sendo assim, no caso dáquela famosa dúvida de quando ir, uma idéia boa é no aniversário…

 

 

 

 

Seg
5
Jan '09

Disney em promoção…

Ando sumida, mas em 2009 vou me dedicar mais ao Viajar.. estou ansiosa como uma criança com a primeira viagem das minhas filhas para a Disney.. como se fosse a minha primeira vez. Apesar de tê-las levado na Eurodisney, agora com 2,5 anos elas conhecem os filmes de princesas, personagens, músicas.. enfim, essa viagem vai ser muito especial.

E, para quem não sabe, estão pipocando promoções por Orlando. Isso tudo devido à crise financeira mundial, estima-se que o públido da Disney caiu cerca de 30%.. e, como eles querem mais brasileirinhos como nós por lá, chegam promoções como a que estou pegando para a minha viagem: dos resorts dentro do complexo Disney, onde você paga 4 noites e fica 7, e ainda tem desconto nos ingressos e dependendo da data você ainda ganha 200 dolares para compras.. Cara ainda é  a parte aérea.. Mas enfim, esses pacotes podem ser vendidos por qualquer agência de turismo isso porque a promoção é de lá de fora. Essa promoção vale a pena se você for ficar até 10 noites, e se eu não me engano só paga 6 ou 7..

E em um momento família, contando sobre a viagem, um tio veio me perguntar por que ir em maio para lá, que é ruim.. Esse tópico de quando ir para a Disney é interessante.. definitivamente eu não acho que seja em janeiro. A temperatura varia de 12 graus a 20.. e pelo menos para mim isso impossibilita qualquer chance de ir a algum parque aquático. E para quem pensa que não vale a pena, não existe nada mais revigorante e até emocionante..  Já fui 2 vezes em maio, e os parque são vazios (me lembro de entrar e sair da montanha russa do Hulk umas 5 vezes seguidas, sem fila), e temperatura de verão, com direito a muito sol, mas uma brisa constante. Nada como passar o dia de short, camiseta e o biquini por baixo, até mesmo nos parques convencionais… Lógico que um boné e filtro solar serão importantes.. Mas até a mala fica mais leve.. e para quem gosta de comprar isso é importante também.

Outubro também acho um mês bom, a temperatura fica amena, parques vazios (apenas ficar atentos aos feriados, principalmente ao dia de ação de graças). Mas meu receio quanto ao segundo semestre é furacão mesmo. Isso porque meu marido já pegou furacão em Orlando, e já éramos casados, e assusta a quem está lá e a quem está longe. Julho nem pensar…. férias dos brasileiros, e o pacote encarece muito.

E, para tirar a grande dúvida sobre quando ir, a Disney disponibilizou um site que teoricamente diz quando lá está mais vazio..

Sex
8
Ago '08

Agências, operadoras, internet, programa de milhagem

Estava procurando algo sobre algum lugar via google, e como tem mais de um mês já não lembro nem o lugar nem o blog que eu acabei encontrando de uma pessoa esculachando as agências e operadoras de viagem, que anunciam “a partir de” e que no fim nunca é o preço que está ali. Achei ínteressante a abordagem e a pessoa dizia que por isso não usava agências/operadoras. Resolvi aqui fazer um breve resumo de como funciona o negócio de turismo.

As Operadoras têm como clientes as Agências de viagens. Tirando algumas que têm sua loja própria, como CVC, Marsans, elas basicamente só falam com as Agências. E o interessante é que pelo nome, a maioria das pessoas só conhecem as operadoras, porque são elas que fazem aquelas propagandas de dar água na boca nos jornais, revistas e etc. Dando exemplo do jornal O Globo, às quintas, quando se abre o caderno de viagem estão lá’: New It, Shangri-la, Bessitur, CVC, Marsans, entre outras.. São todas operadoras. Mas em relação a Marsans e CVC, por exemplo , que têm loja própria, nao fará a menor diferença no valor do pacote ou viagem se você comprar na loja da CVC ou na Agência pequenininha da esquina.

E é aí que entram as Agências. Cada operadora, faz seus acordos com hoteis, cias aereas, e etc, pelo mundo, e umas conseguem melhores condições que as outras para um determinado destino. E quem sabe disso melhor que ninguém, são os agentes. Todo agente sabe quem tem melhor preço de Disney, ou quem faz melhor um pacote de ski para Las Leñas. Ou até mesmo quem faz Porto Seguro bem baratinho. E não necessariamente o que faz Porto Seguro barato é quem faz Disney barato.  E quando você vai lá na agência, e diz o que você quer, a agência normalmente faz a cotação com 2, 3 , 4 operadoras, procurando o produto ideal para o cliente.  E o que muitos pensam é que se for direto na operadora barata, vão pagar mais barato.. E está aí um novo engano… Todo mundo vive em cima de comissão…. se você comprar direto com a operadora, o vendedor de lá vai ganhar a comissão, mas se for com a agência, a comissão é dela. Enfim, em todo o preço, já está embutida a comissão.  E é nisso que você pode barganhar no caso da compra de um pacote.. as agências “negociam” descontos, tirando de sua comissão, para “ganhar” os clientes. Enfim, se você for um bom negociador, pode diminuir o valor do pacote.

Quanto ao “a partir de” , que eu vi no blog que eu realmente não lembro, é que tudo depende do dia a viagem, se a data tem o valor do aéreo na classe operadora, se tem feriado, data importante, baixa ou alta temporada.

Falando em aéreo, um vôo qualquer, de qualquer cia, ele é todo dividido em classes com letras. Dependendo da época do ano, alta ou baixa, o mínimo é um e o máximo é outro. E cada classe tem sem preço, e conforme as mais baratas são vendidas (isso não depende de posicionamento dentro do avião), vão ficando as mais caras e por isso ás vezes você senta no avião ao lado de uma pessoa que pagou R$ 195 na ponte aérea e você ali , comendo o mesmo lanche ou barrinha, pagou R$ 400. Com certeza o seu vizinho de avião comprou antes de você e encotrou melhor tarifa.

E falando em melhor tarifa, mais um motivo de comprar “pacotes” com agências/operadoras. A tarifa de classe operadora nunca é disponibilizada para nós via web ou qualquer maneira. Exemplo, um amigo acabou de comprar um pacote para a família para a Disney, mas ele tinha milhas e resolveu usá-las, mas só para ele. Portanto o pacote dele ficou sem aéreo, e ele pagou o valor total menos o aereo que foi cerca de 500 e poucos dólares.. resumindo.. o resto da família pagou de aéreo Rio-Orlando-Rio, 500 e poucos dolares.

Confesso que pouco viajei de agência, sempre usei muitas milhas, meu marido sempre teve de sobra, ja cheguei a ir na quinta à noite para Toronto e voltar no domingo à noite para trabalhar na segunda porque ele estava lá a trabalho e eu não tinha férias. Hoje, pra quem tem programa de milhas da Varig, eu recomendo que pegue passagem para Fernando de Noronha. É uma das passagens internas mais caras, que só quem faz é a Varig ou a Trip, mas de Varig vc vai de Boing..

Como eu não tenho o da TAM, não tenho opnião, mas fiquei sabendo que a TAM agora faz vôo para Bariloche.. pode ser uma boa.. Apesar de não ser um aéreo caro.

Seg
28
Jul '08

Mais relatos de viajantes, amigos e colaboradores do blog: Itália Romântica

Que a Itália é um destino romântico todo mundo sabe, é só pensar em Veneza, em passear nas gôndolas e pronto, lá vem alguma imagem de um filme romântico .. . Segue agora um relato do Herbert Faria, sobre a experiência que ele teve agora no começo da primavera na Itália. E concordo com ele, a Itália é linda e uma vez só lá não basta…

Ah.. Estou adorando as pessoas mandando relatos, fotos e dicas das suas viagens, afinal foi pra isso que o blog foi criado. Quero ver quem será o próximo.. até vou colocar onde tem a foto de Noronha as fotos dos viajantes.. com nomes..

Itália para 2… por Herbert Faria

Veneza, Florença e Roma. Com direito a um pulo em Capri e a um casamento na Calábria.


Bem pessoal, vou relatar aqui a maravilhosa viagem que fizemos para a Itália, eu e minha esposa, com a inestimável ajuda da Uma Viagem e Turismo.


No embarque, tivemos um pequeno imprevisto. Iríamos de TAP do Rio de Janeiro para Veneza, com conexão em Lisboa. Mas, como a partida no Rio atrasou, acabamos tendo que fazer uma conexão a mais e chegamos em Veneza 6 horas depois do previsto.


Mas, bastou entrar no Vaporeto e avistar o Gran Canal  que o cansaço foi embora rapidamente. O hotel era  muito bom, com acomodações novas e bem localizado. Não demoramos muito e partimos para a Piazza San Marco. Ficamos dois dias em Veneza. Sobre a cidade? Vou repetir o que muitos já disseram: Veneza é única!

Veneza Gran Canal


 


Para compras e restaurantes recomendamos evitar os arredoras da Piazza San Marco, onde os preços são mais altos. Para compras, recomendamos o bairro San Polo, logo do outro lado do Gran Canal, pela ponte di Rialto. Para restaurantes, recomendamos o bairro Dorsoduro, muito freqüentado pelos locais. O Campo Santa Marguerita é um bom lugar para se passear neste bairro.


De Veneza pegamos um trem da Eurostar para Florença, onde ficamos 3 dias. Por falar em trens, nós achamos ótimo viajar de trens pela Itália. Para quem não quer passear pelo interior, onde a liberdade do carro é mais interessante, as viagens de trem são muito práticas e pontuais. Recomendamos a Eurostar para viagens mais longas, mas se desejar fazer um trajeto curto, existem outras empresas que podem ter preços até 50% mais baratos que a Eurostar, embora os trens sejam inferiores.


Bem, voltemos a Florença. De fato, a cidade é uma “porrada” visual. O Duomo, a Piazza della Signoria, o rio Arno, tudo é simplesmente lindo. Ah, e não deixe de visitar a galeria Uffizi. Mas chegue cedo, antes de 8 horas, para passar MENOS tempo na fila! Nós chegamos às 8:15 e a fila já estava BEM longa. Conseguimos entrar no museu 10:15 !

Para completar, descobrimos o excelente restaurante Ciro & Sons. Trata-se de um restaurante familiar onde toda a família bota a mão na massa. Enquanto um dos irmãos cuida do forno de pizza as crianças brincam pelo chão. Nas paredes, fotos da família. O endereço: Via del Giglio, 28. Fica perto da Igreja de San Lorenzo e a duas quadras do Duomo. Chegando lá procurem o Giuseppe. Ele é rápido e atencioso. A comida e o ambiente são excelentes e eles não cobram a mais por isto. Nós fomos a este restaurante 3 vezes em 3 dias…

Bem, partimos então para Roma. Novamente pela Eurostar. Chegando lá, fizemos uma visita noturna a Fontana de Trevi e caminhamos um pouco pela cidade.

No dia seguinte, optamos por um City Tour chamado Ciao Roma (existem diversas opções lá) que fica por 19 euros por pessoa. O ponto de partida fica do lado da Igreja Santa Maria Maggiore. Por este preço é possível usar o ônibus ao longo de um dia inteiro, descer e subir novamente quantas vezes quiser. Foi legal, pois pudemos ter uma boa noção da cidade e assim escolher que lugares gostaríamos de visitar com calma nos dias seguintes.


No dia seguinte… Coliseo, Fórum Romano e Palatino. Foi uma das partes mais emocionantes da viagem. É impressionante olhar todas aquelas ruínas e lembrar que no passado tudo aquilo era o centro de um grande império, imaginar as cenas de lutas no Coliseo (o filme o Gladiador vem à tona …). Dentro do Palatino é possível visitar a Casa de Augusto, local onde estão sendo feitas escavações.


Terceiro dia em Roma, uma segunda feira, que tal o Vaticano? Lá visitamos a Basílica de São Pedro e os Museus do Vaticano. Engraçado ser no plural? Pois é, lá dentro tem vários museus interessantes, como o Etrusco e o Egípcio, a Pinacoteca do Vaticano e a Capela Sistina! Para citar apenas alguns. Depois que você passa pela bilheteria, pode seguir para a direita ou para a esquerda! Não se preocupe, você vai se perder com certeza. Nós, por exemplo, estávamos procurando o Museu Etrusco, e acabamos tendo que passar na Capela Sistina duas vezes. Então, vá com tempo para poder aproveitar bem. Há muita coisa linda de se ver. Inclusive tem restaurante lá.

 

Outra dica sobre museus. Eles não deixam entrar com bolsas grandes. Em alguns nem é possível entrar com garrafas de água, etc. Na maioria deles não é possível tirar fotos de jeito nenhum. Em alguns é possível fotografar sem flash. Na dúvida, pergunte a um guarda mas em geral há avisos sobre isto pelos corredores.


Quarto dia em Roma… passear pelo Centro Histórico meio sem rumo definido. Passeamos a pé por vários lugares e praças: Pantheon, Fontana di Trevi, Piazza Navona, Piazza de Spagna, Campo de’ Fiori, etc. Se você se perder pelo Centro Histórico não se preocupe, você pode não achar o que você está procurando, mas você vai achar algum lugar super legal que não estava no seu roteiro.


Depois disto tudo fomos para o hotel e pensamos, o que vamos fazer amanhã ? Pensa daqui, olha o guia, pensa mais um pouquinho e decidimos: vamos sair de Roma e ir na Ilha de Capri !


Acordamos cedo, pegamos um trem para Nápolis e depois um barco (ferryboat) para Capri. O lugar é simplesmente fantástico. Uma água azul cristalina de impressionar. Almoçamos num restaurante super legal, de frente para o mar e depois demos uma volta na ilha de barco. Olhem a transparência da água….Capri

 

Outro passeio interessante a ser fazer nesta região é alugar um carro em Nápolis e seguir em direção ao sul passando pelo Costa Amalfitana. Não tivemos tempo para isto. Ficou para a próxima.

Bem, terminado o período em Roma, hora de seguir para a última etapa da jornada: 1 dia na Calábria para o casamento de um amigo. A Calábria fica no sul da Itália, bem na “ponta da bota”, mas não é muito turística. Possui paisagens bem diferentes para os olhos dos brasileiros: fazendas de oliveiras e altas montanhas com neve no topo. É uma região bastante árida e seca. Para quem quer visitar a Sicília e está indo de carro a partir de Roma, inevitavelmente vai passar pela Calábria. As estradas não são tão boas quanto às do norte do país, mas são melhores que as melhores do Brasil.

Bem gente, é isto. Gostamos muito da nossa viagem. A Itália é muito linda e vale a pena ser visitada muitas vezes. Viajar realmente é tudo de bom: antes, durante e depois.




Ter
27
Mai '08

Mercado do ouro e o mundo árabe!

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Podem falar que estou sendo repetitiva, mas a minha “atração” por ler sobre Dubai me faz vir aqui e falar sobre Dubai.. Tenho revisitado um livro que eu comprei há uns anos “1000 lugares para se conhecer antes de morrer” e li sobre o Mercado do Ouro de Dubai.  É o maior mercado de ouro no mundo  e  fica na Rua Sikkat Al-khail. O interessante, e depois falo mais, é que os produtos a venda são na grande maioria feitos para os homens.

Tenho um conhecido que tem frequentado a Arábia Saudita a negócios e fico curiosa com os custumes e hábitos do Oriente Médio. Ele me falou que a primeira vez que foi pra lá recebeu um “guia” de como se comportar em reuniões de negócios lá.  Vou listar algum desses “procedimentos”:

  •  aperto de mão: apenas entre pessoas do mesmo sexo (a aproximação física é comum entre homens e é possível ver nas ruas homens de mãos dadas e homens que se beijam)
  • entre sexos diferentes, nada de aproximação
  • álcool e carne de porco são vetados pela religião islâmica, isso inclui não usar roupas de couro suíno, é considerado uma indelicadeza
  • mesmo que seja a presidente da companhia, esquecer a representação feminina em negociações, mulheres ocidentais que visitam a Arábia devem respeitar as leis locais, incluindo traje, não usar maquiagem, não dirigir, frequentar a área dos restaurantes reservadas às mulheres. Lá as esposas são excluídas das reuniões sociais. (para se ter uma idéia, quando essa pessoa contou como eram as festas de casamento aqui, a pergunta deles foi se aqui tinha muita Aids por misturar homem com mulher em festas)
  • nunca cruze as pernas: mostrar a sola do sapato se constitui um insulto por ser a parte do corpo mais baixa a entrar em contato com o chão é considerada impura.
  • considera-se a mão esquerda “suja”, portanto evite receber presentes, cartões, cumprimentar e até gesticular com essa mão
  • jamais ofereça presentes à esposa de alguém ou filha, e não abra presentes que receber em público, apenas sozinho
  • nunca fale que a esposa, nem a filha de alguém é bonita, não será considerado elogio..
  • árabes não fecham negócios facilmente, eles precisam ter amizade antes, conhecer as pessoas, portanto muito calma nessa hora.. nada de atropelar a negociação.

Esse conhecido falou vários casos interessantes, lá não se pode fotografar mulheres nas ruas, se for pego pode levar uma pena em praça pública. Na verdade o ideal é não aparecer com a câmera para evitar qualquer coisa. Dirigir lá é impossível, mas por causa das placas… Ele contou que um amigo foi comprar um relógio e perguntou o preço, o vendedor disse , e o amigo falou “ok”. O vendedor  se ofendeu dizendo que não iria vender, que o cliente PRECISA negociar , não pode aceitar de cara o valor.. isto é, qualquer compra tem que ser pechinchada.. E vale a pena. Já ia me esquecendo, como todos os homens lá se vestem igual, de “thoub”, o que mostra quem tem mais dinheiro são os acessórios (jóias, relógios) e a ornamentação da roupa, normalmente banhada a ouro quando o árabe tem dinheiro
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As fotos são do conhecido na Arábia..mais precisamente em Ryad.

'

Paris..linda, mas proibida para menores..

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Antes de viajar comprei um livro: Guia Paris com as crianças , de Anna Chaia e Adriana Moller. Isso porque conhecendo Paris e os parisienses, já imaginava o aperto que ia passar. O livro é bom, apesar de não se aprofundar em cada lugar, mas definitivamente a diferença entre bebê e criança aparece mais forte tratando-se de Paris. Logo não funcionou para mim.

Para começar em Paris, não sei porque cargas d’água, não tem produto Nestlé em lugar algum. Aliás, é difícil achar um mercado em Paris, o que torna a tarefa de conseguir algo para as crianças comerem mais difícil ainda.

 Em Paris não fiquei em apart-hotel, preferi ficar perto da Torre, em um bom hotel e que eu teria com certeza um chuveiro decente, isso porque já tinha ficado em um hotel fofo de roteiro de charme em Saint Germain e o chuveiro era uma ducha pendurada que não podia ser ligada sem estar segurando com uma mão. Para quem quer ficar em apart-hotel, recomendo qualquer um da rede Citadines. Tem em quase todos os bairro da cidade.

No primeiro dia fomos levar às meninas para a Eurodisney. Eu já conhecia (em uma ida à Paris em plena greve cultural, você topa fazer tudo que não esperava fazer em Paris), e achei que podia ser legal para elas, até porque o resto dos programas que eu tinha planejado não eram infantis. E aí tive uma boa surpresa, o que na época que eu fui me chocou, não vi em nenhum momento no parque: pessoas fumando em todos os lugares. Já sabia que o fumo tinha diminuído em Paris, mas confesso que não acreditava. Em 2001 ao pedir uma mesa para não fumante, fizeram cara de surpresa e me colocaram ao lado do banheiro.. e essa impressão ruim que ficou na minha cabeça: no parque , pessoas fumando nas filas.

E aí tive aquela sensação que não tinha tido lá, e que temos na Califórnia ou em Orlando: Disney é Disney. E tudo é feito para agradar você , e quando digo tudo é tudo mesmo.

Comida para bebês não se encontra por lá, mas mesmo que as crianças não comam pizza, macarrão, fica difícil elas negarem uma pizza com o formato da carinha do Mickey, ou então o penne a bolonhesa na embalagem da turma toda. Foi só falar que era o “papa do Mickey” que funcionou. 

pizza Mickey
 Vi apenas um trocador no parque todo, mas também não precisava de mais nenhum.. era fantástico, com direito a fraldas e todos os apetrechos para as mães desprevinidas. (nada de graça, claro!). .

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No mesmo espaço, mas separado por paredes, cadeiras de alimentação com o formato da cabeça do Mickey, microondas e tudo para dar a papinha dos bebês. Realmente muito bem feito. Lá que vi uma mãe francesa dando uma papinha pro bebê , reparei a marca e corri atrás de comprar no dia seguinte. Meninas gostaram.

 

 

papinha

Acabei infelizmente conhecendo uma parte do parque que não gostaria de ter conhecido: Primeiros Socorros. Uma das minhas filhas caiu no labirinto e bateu com a cabeça no meio-fio.. Não abriu , mas inchou muito na hora. Fomos super bem atendidos, e em inglês, deram um remédio tipo homeopatia de arnica para não ficar muito roxo, e como estávamos na Disney, para o momento ter um pouco de alegria deram para a minha filha um Atestado de Bravura e coragem, lindo, e assinado pelo Mickey, Pateta, Pluto, enfim, todos da turma, e nominal a ela. Ela com um ano e sete meses não entendeu, mas com certeza daqui a alguns anos vai debochar da irmã que tem um atestado assinado por todos  e a irmã não tem.

O dia seguinte sim, tomamos conhecimento que estávamos em Paris. Confesso que me assustei com a quantidade de scooters espalhadas pela cidade e com a falta de respeito delas com os pedestres. Mesmo com o carrinho de bebê eles vão acelerando para você atravessar mais rápido isso com o sinal aberto para os pedestres… Sentar para comer em uma Brasserie com criança é missão impossível, te tratam mal, e praticamente te convencem que não é bom comer ali.

A sensação que tenho é que não existe bebê por lá.. nem em galerias, em restaurantes, não se encontram trocadores. Descobri um , depois de perguntar mil vezes, em uma loja de fast food na Champs Elysees e fui algumas vezes em dias diferentes. E só.

Todos sabem que o Metrô de Paris é ótimo, porém sem carrinhos de bebê.. todas as conexões são com escadas, nem escada rolante tem, e a tarefa fica super cansativa. Pra compensar a falta de estrutura, quanto mais turístico o lugar, melhor pra levar as crianças, inclusive museu. Isso porque são tantos turistas , e todos falando ao mesmo tempo, que não é a voz de uma criança que vai atrapalhar o passeio dos outros. Na torre, cuidado ao escolher o elevador para subir, se estiver com o carrinho de bebê, isso porque apenas no elevador para deficientes físicos é permitido entrar com o carrinho aberto e o bebê nele, caso erre no elevador, vai ter que tirar o bebê e ainda levar o carrinho desmontado na mão.imgp0283.JPG

A época do ano é importante pois fica muito difícil ir aos bonitos parques e jardins com as crianças com temperaturas baixas. E olha que fui na primavera, mas pegamos 6, 7 graus .. Não consegui deixá-las brincar por exemplo nos lindos jardins de tulleries..

Enfim, Paris é tudo de bom, mas definitivamente sem crianças…

Ter
6
Mai '08

Com 2 bebês em Barcelona..

Taí um lugar da Europa que apesar de ser super turístico , pra dizer a verdade nunca tinha visto tanto turista junto, mas que levar crianças é relativamente tranquilo. Primeiro porque tem shoppings e El Corte Ingles pra tudo quanto é canto, segundo porque tem passeios de sobra pra fazer com o pimpolhos.. Quanto ao El Corte Ingles, fiquei fã: todos os que eu vi e passei tinham no Subsolo 1 um mercado, onde podia comprar frutas, produtos de bebê da Nestlé. No 3o andar geralmente fica as roupas de bebê, o que pras mães consumistas é ótimo.. mas melhor que isso, nesse andar se encontra o fraldário. E para completar, no 5o andar fica o restaurante-café, que sempre conta com atendentes solícitos que esquentam a comidinha, fora que no restaurante também há pratos infantis.

Falando nisso, não sei porque a Nestlé não faz o que faz na Europa aqui no Brasil: o leite de crescimento infantil (seja 1 , 3 ou 5 anos) são líquidos, e não em pó como aqui.. nossa como isso facilita..

 leite

Consegui encontrar comidinha da Nestlé para bebês de 18 meses.. com pedaços, coisa que não encontrei em Lisboa. E já ia me esquecendo, fiz comida no apart. Fiquei no Atenea Aparthotel, que fica quase de esquina com a a Diagonal, mas bem distante do centro. Fica mais perto do estádio do Barcelona. O quarto é bom, uma boa cama de casal e um sofá-cama. e tem uma divisória de ambiente. O melhor mesmo é que tem rede wireless gratuita. Mas se fosse de novo ficaria no Citadines que fica super bem localizado. Também é um apart, e fica nas Ramblas.. ficando lá, dá para ir no quarto almoçar, jantar, sem atrapalhar o dia. Aliás essa rede de apart é super forte em toda a França, em Paris por exemplo são diversas unidades que são diferenciadas pela localização. E com essa localização, o taxi só vai ser usado para ir e voltar do aeroporto. Falando em taxi, existe uma lei que proibe os taxistas de colocar 5 passageiros no taxi, mesmo que 2 passageiros sejam bebês.. enfim.. por várias vezes tivemos que pegar 2 taxis.

Quanto à passear, não faltam opções para ir com crianças. O Zoo é sempre uma boa opção (apesar de eu não suportar, pelos filhos faço esse sacrifício), mas lá fica melhor porque fica dentro do Parc de la Ciutadella e conjugar os 2 programas é tudo de bom.ciutadelaNo Zoo tem restaurante e algumas lanchonetes que até vendem comidas da Nestlé, sucos. Já no Parc você não vai encontrar nada para comer, e isso é até bom.. que lugar delicioso de se passear.. tem um laguinho que se pode passear de barquinho, cachorros brincando, um playground infantil simples, mas que diverte.. enfim.. você nem vê a hora passar, nem as crianças..

Outro passeio imperdível com crianças é o Parc Güell. É entrar e soltar as crianças e passar o dia..e de quebra tirar fotos lindas da cidade. Lá se encontra também o maior banco do mundo, feito de mosaico, lindo.. Teto Parc Güell

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Passear nas Ramblas é um programa obrigatório, e se as crianças sentirem falta do feijão, pão de queijo, farinha, isso tudo pode ser comprado lá no Mercado de La Boqueriaimg_1478.JPG
Nem preciso dizer que ir a Barcelona sem ir na Sagrada Família é não ir a Barcelona. Até porque por mais que você vá sempre para lá , ela nunca estará igual a como você viu antes.. pelo menos até 2030 quando dizem que a grandiosa obra vá finalmente ser finalizada.

Para quem não sabe, Barcelona é a capital da Catalunha, e como toda cidade Catalã, é bilingue:o espanhol (ou castelhano, como preferem os catalães) e o catalão são as línguas oficiais, mas as placas são em catalão mesmo, que mais parece uma mistura de português com espanhol.

Qua
9
Abr '08

Europa com 2 bebês - Post 2 Portugal

Antes de falar de Portugal, vou relatar a minha péssima experiência em vôo de longa distância com a TAM. Chegando no guichê do Check in, o atendente informou que a TAM decidiu juntar os vôos do RJ e de SP pois os 2 estavam vazios. Entendo que não é para ela perder dinheiro, mas os passageiros de SP que compraram um vôo sem escala para Paris, ganharam de surpresa uma escala no RJ no momento de embarque. Sendo assim, o vôo ficou totalmente lotado. Descobri na hora que os assentos que são reservados para pessoas com bebês, na primeira fileira, estavam preenchidos e que nós estávamos no meio do avião e minha mãe lá no fim. Tentei alterar isso, mas o atendente do Aerporto Internacional do RJ não se mostrou nem um pouco solícito ou preocupado. Já sentados, vem um comissário e diz que não podemos ficar juntos pois não tinha máscara suficiente para nós 4. Falei que OK, porém que colocássemos perto pois eu tinha uma estrutura de mamadeiras, comidas, roupas e etc, em um mochila apenas. A pessoa foi intransigente e grossa, dizendo que não dava. Até que meu marido se levantou e foi falar com quem manda, o comandante .. aí o comissário antipático disse que já estava resolvendo tudo e resolveu falar com as pessoas da primeira fileira que já é preparada com mais máscaras para trocarem com a gente.

Nesse momento tivemos o primeiro contato com a falta de gentileza dos franceses , e falta de sensibilidade, com crianças. Um dos passageiros da primeira fileira era francês e se negou a trocar. Até que depois de uns 10 minutos ele aceitou a contra gosto. Eu não vi, mas minha mãe viu que ao trocar, tinha um homem negro do nosso lado, e ele sentaria do lado desse homem. O francês fez cara de nojo e já ía brigar pra não se sentar ali, até que o acompanhante dele o fez desistir da idéia. Além de mal educado o francês era racista.

E assim fomos para Paris. De lá pegamos um vôo Air France e vimos como o tratamento já era outro.. nos colocaram na mesma fileira, separados pelo corredor por causa das máscaras. Deram brindes para as crianças, e deixaram um espaço vaizio ao para durante o vôo as crianças poderem sentar. Só não posso dizer que o tratamento foi nota 10, porque ao chegar em Lisboa, vimos que só chegou uma mala das crianças. 4 malas, sendo que uma delas, simplesmente não chegaram. Fomos pegar a informação no aeroporto, e nos informaram que receberam um fax da Air France, dizendo que a mala iria no dia seguinte. Imagina? 2 bebês, chegando em um país diferente, as 11:30hs da noite, sem roupa sem nada? Por uma decisão da Cia. Aérea. Não restando alternativa fomos pro shopping Vasco da Gama, bem perto do aeroporto, e compramos no mercado comida pras crianças, leite, e roupas para a gente.

A conclusão que chegamos é que eles ficaram cismados com as comidas dentro das malas. Mas no dia seguinte chegaram as malas às 3hrs da tarde.

Agora vou falar de Portugal, mais precisamente Lisboa e Cascais.

Queria me hospedar em Cascais e procurei um apart hotel, algo nesse esquema para poder ficar com as meninas. E encontrei o aldeamento Vila Bicuda com uma ótima relação custo-benefício. O quarto, aliás a casa, tinha 2 quartos, sala de estar, de jantar, cozinha ,varanda, lavabo e banheiro. Tudo equipado, com TVs, microondas, espremedor de frutas, máquina de lavar louça, ferro, todos os utensílios de cozinhas novos, travessas, pratos, copos , lareira, tudo.. Fiz essa montatem pra vocês terem noção. Fora que o condomínio tem uma espécie de creche, parquinho infantil, restaurante, lavanderia, bar, supermercado, padaria.. Uma ótima infra estrutura.
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Falando de Lisboa, é uma cidade ótima para crianças que são bem aceitas em restaurantes e se pode pedir comidas especiais para elas.
Quanto a passeios, após visitar o Mosteiro dos Jerônimos, deixe as crianças correr na linda praça do Império. Ainda em Belém, há espaço para elas perto da linda Torre de Belém e o Jardim Botânico da Ajuda.
Para troca de fraldas e comidas, os shoppings Vasco da Gama , que fica no Parque das Nações e o Colombo são super práticos, tem um banheiro específico para isso, com máquinas de vender papinhas da Nestlé, e o Colombo, que fica perto do estádio do Benfica. Nas lojas Pans & Company, rede de fast food de lá, tem uma gelatina de frutas que é uma boa pedida para sobremesa.

O Parque das Nações que foi concebido para abrigar a Expo 98 é um lugar ótimo para se passar um dia com as crianças, o Oceanário de Lisboa fica lá, e é o segundo maior aquário do mundo. Imperdível, as crianças amam.. Tubarões, pinguins, peixes de todos os tamanhos e cores.. vale a pena. No Parque das Nações se encontra também uma ótima área verde para as crianças brincares, além de ótimos restaurantes , incluindo um brasileiro com direito a feijoada e tudo!!!
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Seg
7
Abr '08

Europa com 2 bebês -Relato de quem acabou de voltar com dicas _Post 1 - Preparativos

Desculpem o sumiço.. estava viajando por algumas cidades da Europa com meus 2 bebês de 1 ano e 7 meses e tenho MUITO o que contar.. Antes de ir, ouvi muito que eu era corajosa, e até mesmo maluca por me aventurar pela Europa com as minhas filhas.. .
Li muito antes de ir.. li blogs, peguei conselhos, de como viajar com bebês, e etc..
Vou contar tudo.. desde os preparativos e os prós e contras de cada cidade que passei (Lisboa, Barcelona e Paris)

Preparativos:- Malas:
Preparei as malas pesando elas porque mala de bebê tem medida e peso definido, e a preocupação dos pais em uma viagem para um país diferente, cultura diferente e principalmente clima diferente pode fazer com que a mala pese mais do que pode e acarretar mais taxas no embarque. E como eu ainda tinha 3 vôos internos na Europa, arrumei as malas de olho nas regras desses trechos internos: 10kgs cada mala de bebê e 20kgs as de adulto. Meu maior medo era alimentação delas, que aqui no Brasil é SUPER regrada e saudável, com frutas, legumes e principalmente: feijão.
Coloquei na mala algumas papinhas da Nestlé que continham feijão, para poder suprir a ausência de feijão na alimentação delas. Coloquei também 2 latas de Ninho 1 +, porque organizei os vôos todos para chegar à noite, e sabia que poderia não encontrar mercados ou mercearias abertos para a compra de leite. E coloquei o Mucilon que eu também uso no preparo de mamadeiras.
Como estava frio por lá coloquei gorros, luvas, roupas térmicas de bebês e meias calças grossas e casacos o quanto pude e coube. Compar a roupa no destino é uma opção, porém tem que ficar atento, cheguei em março lá e não tinha mais roupa de inverno, só coleção de primavera. Até as promoções de inverno já tinham acabado. Por isso checar a época do ano para saber se vai conseguir comprar roupa no destino, e pensar se vale comprar eu Euro..
Remédios: Fui um dia antes na pediatra e pedi a farmacinha da viagem, com tudo que poderia ser preciso caso elas ficassem doentes lá.. Fui também na homeopatia e fiz o mesmo. Assim como pedi passiflora para elas dormirem melhor no avião.
Fraldas: como conheço as minhas filhas, levei fraldas em todas as malas, e das noturnas, para durar mais o tempo de troca entre uma fralda e outra. Minha maior preocupação era comprar uma fralda lá e elas serem alérgicas , porque elas são alérgicas à algumas fraldas, por isso levei.
Mochila da bagagem de mão: coloquei 2 mudas de roupa para cada uma, 12 fraldas, lenço , e muitos brinquedos bobos e pequenos que fui encontrando em casa. O ideal é comprar brinquedos em lojas de R$ 1,99 e deixar na bolsa de curinga, a novidade de um brinquedo deixa a criança entrertida por um tempo e o vôo passa mais rápido. Coloquei também alguns remédios para caso precisasse dentro do vôo .
Seguro: Fiz um seguro para elas, específico para a Europa que é mais exigente com relação a isso. Não foi caro, cerca de 140 reais por criança , e me deixou viajar mais tranquila.
Carrinho de bebê - levei 2 carrinhos tipo guarda-chuva da Chicco, com capa de chuva e foi uma decisão acertadíssima, mesmo não tendo pego nenhum dia de chuva.. a capa protege também do vento e do frio. E os carrinhos podem ser despachados no momento de entrar no avião, é só na hora do check in colocar a etiqueta. Vale a pena levar.
Vôos: Procurei reservar todos os vôos noturnos ou no fim do dia. Para quem pensa que vale a pena viajar pela Europa de trem, antes dá uma pesquisada em tarifas promocionais de aéreo. Eu paguei 18 euros de Barcelona para Paris pela Ibéria, as meninas 2 euros. As taxas ficaram mais caras. De Lisboa para Barcelona foram 25 euros por pessoa, e as meninas de graça. A rapidez e o preço fizeram valer a pena fazer tudo de avião.
Hotéis: procurei apart hotéis em LIsboa, na verdade Cascais e em Barcelona. Em Paris eu optei por um hotel convencional pela localização. Mas o ideal é apart e na Europa tem sim e muitos bons. Quando for falar de cada cidade vou colocar links de apart-hotéis e fotos dos que eu fiquei. Fiz todas as reservas antes de ir, assim como do carro de Lisboa. Com criança não dá para arriscar a fazer tudo em cima da hora no destino.

Como andei lendo muito a respeito, com as crianças mais crescidinhas é possível desde antes motivar e falar sobre a viagem. Eu fiz uma verdadeira lavagem cerebral, com 2 meses antes, introduzi o Mickey e sua turma na vidinha delas. Todos os dias colocava no canal da Disney no desenho do Mickey, como tem música elas adoraram. Assim, as 2 saíram de casa sabendo que iam conhecer o Mickey. E durante a viagem, incentivar a fazer um scrapbook, juntar ingressos, tickets enfim, incentivar a guardar lembrancinhas, deixar tirar fotos, tudo isso vai deixar a viagem mais interessante.

Próximo post: Cascais, Portugal.

Ter
11
Mar '08

Relato de quem voltou agorinha da Disney com uma criança.. muitas dicas!

Gente.. perguntei a uma amiga que acabou de chegar da Disney com sua filhota de 2 anos e pouquinho o que é viajar para lá com uma criança pequena, como foi a viagem e dicas para compartilhar aqui com todos.. Amei tudo que ela escreveu.. e segue o relato dela integral.. aproveitem as dicas..

 Ah.. só um adendo.. ela comenta que viajar para a Disney em janeiro é tudo de bom.. eu que já fui 2 vezes em maio e 1 em outubro também aconselho essas datas.. é só ficar atento para não pegar datas comemorativas americanas, porque brasileiro quase não aparece por lá nesses meses..dá para ir nos parques aquáticos e não tem fila. me lembro que fiquei na montanha russa do Hulk durante um tempão sem pegar fila, saía e entrava de novo.. rs..

Relatos de uma viagem por Renata , minha amiga, que faz o  blog Acontece Aqui… junto com seu irmão..

Nossa, é tanta coisa a dizer, que dá até preguiça. Mas acho que vale registrar as dicas e impressões de quem viajaou pra Disney com uma criança de dois anos e quatro meses à tira-colo. Penso que pode ser muito valioso para outras mães e até pra mim mesma, no futuro.

É bom aproveitar enquanto está tudo fresquinho na minha cabeça, senão algumas memórias podem ir se perdendo…então aí vai.

Começando do começo…o planejamento da viagem

Não é a primeira vez que viajamos para a Disney com nossa filha, embora ela seja ainda bem novinha e muita gente até ache loucura ou que não vale à pena fazer uma viagem assim. Minha opinião sincera: vale muito à pena. É cansativo e dá trabalho sim, e é muito diferente do que viajar sozinha ou à dois, sem criança. Mas quem tem filhos está na chuva, e se está na chuva é pra se molhar…e nada melhor que se molhar na Disney, né? 

Sempre que me perguntam com que idade vale mais à pena ir lá, eu só consigo pensar…de zero a oitenta. Sério.  

Mas estou escrevendo pra contar sobre nossa experiência recente.

Dessa vez planejamos tudo com bastante antecedência - se é que isso é possível em se tratando da gente, um casal que costumava começar a arrumar as malas uma hora antes de sair para o aeroporto. Mas com criança a vida muda, inclusive o planejamento das férias.

Questões que considero importantes: 

* Época do ano: adoramos ir pra lá nessa época do ano. Na Florida, o inverno é muito parecido com o do Rio. Temperaturas agradabilíssimas e eventuais frentes-frias que duram dois, no máximo três dias. Esse ano pegamos um dia com temperatura mais baixa, acredito que uns 10oC, e como nossa filha estava com uma gripezinha de tosse, aproveitamos o dia para fazer compras. Embora não tenhamos ido aos parques aquáticos (coisa de carioca que mora pertinho da praia), com as temperaturas que pegamos seria possível aproveitar tranquilamente. Nunca viajei em outra época pra lá, mas de uma coisa tenho certeza: jamais iremos no verão, afinal férias pra mim não são pra enfrentar filas intermináveis e circular em parques lotados, com congestionamento de carrinhos de bebê.

* Passaporte e Visto: Isso é chover no molhado, mas vale lembrar a importância de resolver esses detalhes com bastante antecedência - minha mãe, que não foi conosco dessa vez porque não conseguiu marcar a entrevista para o visto a tempo, que o diga. Soube recentemente que agora está super-complicado também para conseguir passaporte.

* Hotel: com criança pequena, é essencial ficar em um apartamento com infra-estrutura - cozinha equipada e máquinas de lavar e sacar roupa. Muitos resorts oferecem essa infra-estrutura. Confesso que não aproveitamos piscinas, saunas, spas e demais áreas de lazer, pois sempre preferimos curtir os parques e reservar uns dois dias para compras. Já ficamos no Sheraton Vistana Villages e no Westgate Lakes Resort e em ambos ficamos bem instalados.

* Hotel na Disney: na nossa proxima viagem a Orlando, quero experimentar um dos resorts que ficam dentro do Walt Disney World Resort, penso mais especificamente no Contemporary Resort, que fica na área do Magic Kingdom e o monorail que liga o parque aos resorts, ao Epcot e aos parking lots passa no meio dele - não é ao lado ou na frente dele, é dentro mesmo! O único problema é que, à exceção dos hoteis denominados “villas”, acho que nenhum dos resorts tem a infra-estrutura de apartamento a que me referi acima, e aí seria necessário avaliar as facilidades que eles oferecem pra decidir se vale mesmo à pena ficar em um deles. A maior vantagem de se hospedar dentro do Walt Disney World Resort, a meu ver, é ficar bem pertinho dos parques, com facilidade de transporte e horários de parques mais flexíveis. Ficar na área do Magic Kingdom então nem se fala, já que esse é o parque favorito dos pequenos e também o mais muvucado. Pra quem, por exemplo, quer curtir a parada e os fogos à noite, tem que encarar depois a saída do parque, com mais 1 milhão de pessoas, todos ao mesmo tempo, pra pegar o monorail e o carrinho dos parking lots até conseguir achar seu carro e partir de volta para seu hotel. Isso com criança pequena, carrinho, duas bolsas e sacolas de compras, acreditem, é puxado. Aliás a diferença está exatamente aí: passar perrengue sozinho é uma coisa, com filho à tira-colo é muito mais estressante e cansativo. A criança não se cansa, porque quando está cansada dorme em qualquer lugar, a qualquer hora. A gente não. Temos que carregá-la no colo, empurrar carrinho, carregar todas as bolsas, lidar com imprevistos…enfim, parte do planejamento para a viagem é estar preparado para encarar isso em nome das férias em família. No meu caso, confesso que só aprendi com a experiência, mas não me arrependo. As duas vezes em que viajamos para a Disney com nossa filha foram maravilhosas…férias inesquecíveis.

* Passagens aéreas: crianças a partir dos dois anos pagam passagem (70% do valor normal). Costumamos viajar pela American Airlines, por causa das milhas que meu marido acumula, e como uma das nossas passsagens foi de milhagem, não foi nada fácil conseguir lugar. Ainda que não fosse com milhagem, não teríamos conseguido viajar antes - compramos as passagens em outubro. Portanto, a antecedência aqui também é muito importante.

* Aluguel de carro: Em Orlando é essencial alugar um carro. Usamos a Alamo. Já deixamos tudo acertado antes de viajar, o que na minha opinião é melhor, afinal qualquer coisa que facilite a vida depois de horas e mais horas de viagem, imigração, customs, conexão, malas pra lá, malas pra cá etc. é bem vinda. Os preços para aluguel de carro são excelentes nos Estados Unidos, e é obrigatório o uso de assentos especiais para crianças. Para as duas semanas que passamos lá, gastamos em torno de USD 700 com o aluguel do carro e USD 70 com o aluguel do assento.

* Seguro viagem: Tem gente que diz que seguro atrai energias ruins. São o tipo de despesa de que não quero retorno, mas ainda assim recomendo. Seguro saúde, acidentes e bagagem, no caso de viajar com criança, principalmente o primeiro. Adoecer e precisar de médico num lugar onde não conhecemos médicos nem o sistema de saúde deve ser uma loucura. E criança adoece com mais facilidade que a gente. Meu banco - não sei se por conta do cartão de crédito ou se simplesmente porque sou correntista - oferece automaticamente todos esses seguros, além de outras facilidades para viagens. Vale à pena sempre checar com o banco, porque isso deve ser usual. Então é só anotar os níumeros dos telefones para caso seja preciso acionar algum dos seguros e torcer pra não ter que telefonar!

Fazendo as malas

* Roupas: Minha sugestão é de levar o mínimo de roupas possível, pois num apartamento com máquinas de lavar e secar dá pra manter as roupas em dia tranquilamente, além do fato de que invariavelmente muitas roupas novas serão adquiridas por lá. Para essa época do ano, calça jeans, jardineira e camisetas de manga curta são a roupa ideal, mas é importante ter alternativas para caso esfrie, como camisetas de manga comprida, moletons e mesmo casaco mais quentinhos e gorrinhos.

* Farmacinha de emergência: o pediatra da minha filha tem uma lista de medicamentos, desde anti-térmicos, passando por colírios, até um antibiótico. Criança adoece com muito mais facilidade que a gente e a dor de cabeça que deve ser ter que encarar uma busca por médico lá, o que é essencial caso seja necessário medicar a criança, me motivou a comprar todos os itens da lista de remédios e levá-los comigo, torcendo pra não ter que usar nenhum. Felizmente, nunca foi necessário, exceto pelo Tylenol e o Mucossolvan que tive que dar à minha filha por conta de uma febrinha de uma noite e um resfriado de tosse que acometeu a família toda durante as últimas férias.

* Homeopatias: Em casa usamos bastante, mas viajar com os vidrinhos é tão complicado…especialmente para os Estados Unidos. Os remédios de homeopatia não devem passar pelo raio-x, pois podem sofrer alterações em sua estrutura energética. A Nova Era emite, juntamente com a nota fiscal, uma declaração em inglês garantindo a procedência dos remédios, mas quem está acostumado a viajar para os Estados Unidos pode imaginar o sufoco que deve ser ter que convencer aquela galera dos aeroportos a deixar a bolsinha com as homeopatias escapar do raio-x…

* Comidas: comidinha e bebidas para bebês passam tranquilamente pela vigilância, ainda que na bagagem de mão. Já passei até com água de côco e ninguém criou caso. Da última vez, no entanto, estávamos voltando e eu carregava duas garrafinhas de Nesquik fechadas. O fiscal encrencou e queria que eu passasse o conteúdo delas para as mamadeiras, então na confusão acabei deixando as garrafinhas por lá e comprando outras depois que passamos pelo raio-x. 

* Carrinho de bebê: Essenciais, até pra crianças maiores, que já não os usam mais no dia-a-dia. Primeiro porque ficar circulando em aeroportos com malas já é puxado, imagina então carregando criança no colo? Depois, além da espera normal, conexões e tal, entrar nos Estados Unidos é uma via crucis. Imigração, customs, filas, grandes distâncias a percorrer. O carrinho facilita muito a vida. Se não levar de casa, recomendo comprar num Wal Mart da vida, encontra-se carrinhos tipo guarda-chuva a partir de USD10. Nos parques não tem como passar sem eles, e é possível alugá-los por dia, mas sai bem mais caro do que comprar um no esquema a que eu me referi.

* Restrições quanto ao conteúdo da bagagem de mão: importantíssimo se informar antes de fazer as malas, pra não ter que se desfazer de nada no raio-x, abrir mala na hora do check in etc. No site da American Airlines é possível encontrar todos os detalhes a respeito das restrições.

Como fazer com que toda a família aproveite ao máximo

* Uma coisa que aprendemos - e isso vale pra quem viaja sem criança também - é fazer um planejamento diário, um roteirinho a ser seguido. Na Disney nós costumamos pegar o mapinha e o papel com os horários das atrações e sentar num café (ou tomamos café-da-manhã nos parques ou, se já tomamos, aproveitamos pra tomar apenas um expresso), para planejar nosso dia. Porque tem atrações com horas marcadas, como os shows e musicais ao vivo, e as paradas, além de haver horários melhores para determinadas atrações, especialmente para evitar grandes filas. É possível também planejar um esquema para usar os fast-pass com inteligência. Quanto às atrações que tem hora marcada, além de atentar para esse fato na hora de planejar o dia, vale também procurar se informar nos parques com quanto tempo de antecedência é necessário chegar para conseguir entrar. Isso vale para as atrações mais populares, como Believe, o show da beleia Shamu no Sea World, e o musical Finding Nemo, no Animal Kingdom.

* Os fast pass são bilhetes retirados nas entradas de algumas atrações que permitem que a pessoa volte dentro de uma faixa de horário pré-estabelecida e evite filas grandes - as filas pra quem tem fast pass são bem menores, o que não quer dizer que não tenha espera. Dependendo da atração pode ter sim, só que em comparação com a fila normal a espera é bem reduzida. Anyway, se o fast pass é bem usado, acaba sendo uma mão na roda. Um exemplo do que estou falando: nós “tínhamos” que passar pelas fotos com os personagens parques afora, e decidimos que o melhor lugar para as fotos com Michey e companhia era o Epcot (o parque menos muvucado de crianças). Lá tem um espaço fechado em que, de uma vez, a criançada tira foto com Mickey, Minnie, Pateta, Tico e Teco e Pluto. A espera é relativamente longa - uns 40 minutos, mas ainda assim era bem mais tranquilo do que tirar fotos com esses personagens no Magic Kingdom. Fiquei com minha filha lá enquanto meu marido foi ao Soarin’ (nossa filha não tem altura para essa atração). Tínhamos fast pass para ela, então deu tempo para, no período de uma hora, ele ir, nossa filha tirar as fotos, ele voltar e me liberar para que eu fosse. Eles ficaram me esperando na saída e ganhamos um tempão com esse planejamento!

* Uma outra estratégia que costumamos adotar é a de evitar os restaurantes nos horários mais muvucados, assim ao mesmo tempo em que aproveitamos atrações mais tranquilamente, com menos filas, também evitamos congestionamentos na hora de almoçar ou tomar café da manhã.

* Há também atrações que exigem reservas: os restaurantes em que se toma café, almoça ou janta com personagens. Em alguns basta esperar um pouquinho, em outros é preciso fazer reserva uns dias antes e, em outros, como é o caso do restaurante do castelo da Cinderela, é preciso fazer reserva com seis meses de antecedência!

* Infra-estrutura nos parques: Acho que pra quem viaja com crianças que usam fraldas é até mais tranquilo do que pra a aqueles cujos filhos já foram desfraldados ou estão em proceso de desfralde. Mas de qualquer forma há banheiros em todos os cantos dos parques, com infra-estrutura para troca de fraldas. É possível encontrar fraldas à venda, normalmente nos espaços exclusivos para bebês, que possuem inclusive espaços reservados para as mães amamentarem. Isso é, aliás, um problema: Se toda vez que uma mãe quiser amamentar seu filho tiver que ir até um desses espaços (normalmente um a cada parque), o passeio vira um terror. E nos Estados Unidos existe um pouco de estresse em relação à questão da amamentação “em público”. Sinceramente acho isso ridículo, mas sou da opinião de que, se estou lá, vou respeitar a cultura do país, até mesmo pra não me aborrecer. Quando estive lá com minha filha pela primeira vez, embora já grandinha, ela ainda mamava. Eu costumava amamentá-la nos banheiros, sem qualquer conforto, assim evitava constragimentos.

Dicas para os pequenos

Por fim, aí vão umas dicas de atrações, restaurantes e outros lugares que julgo interessantes para os pequenos (bebês, toddlers e pre-schollers), com base na minha experiência:

* Atrações nos parques

O Magic Kingdom é o parque mais muvucado. Quando eu entro lá naquele congestionamento de carrinhos de bebês e olho pra frente e vejo um mar de…carrinhos de bebê, bate um desespero, confesso. Porque eu odeio multidão. Mas, além de ser o parque favorito dos pequenos, o lugar é mágico, e acaba compensando. As áreas de Fantasyland e Mickey’s Toontown Fair são os must sees para os pequerruchos. É impressionante como não só as crianças, mas nós também somos tomados pelo clima de fantasia, e isso acaba valendo para as outras áreas do parque também. Chegar ao parque e passar pela Main Street, com a vista do Castelo da Cinderela à nossa frente, é magia pura. Liberty Square é encantadora, um cenário com toda a tradição da América do passado. Atrações que eu recomendo para os pequenos (ah, aqui são muitas!): pegar o trenzinho na estação da Walt Disney World Rail Road que fica bem na entrada e dar a volta pelo parque; o show Dream Along with Mickey, num palco bem em frente ao castelo, que acontece várias vezes ao dia - mas recomendo assistir a primeira apresentação, só pra reforçar o clima de magia: pode parecer besteira, mas meu coração fica levinho, levinho. E a criançada adora, afinal assistir ao Mickey e companhia, acompanhados das princesas da Disney, Peter Pan e Capitão Gancho, além da bruxa da bela Adormecida, todos juntos num musical lindo, com direito a fogos no final, não é pouca coisa. Em Fantasyland, vale curtir o clima clássico de parque de diversões, nas atrações Cinderella’s Golden Carrousel, Dumbo the Flying Elephant e Mad Tea Party (difícil dizer qual deles é melhor para os pequenos - minha filha AMA o carrossel e ADOROU girar ensandecidamente nas xícaras malucas!). Ainda em Fantasyland, The Many Adventures of Winnie the Pooh, Peter Pan’s Flight e It’s a Small World são atrações que encantam os pequenos, mas para as duas primeiras recomendo seriamente o uso do fast pass, pois estão sempre com filas homéricas. Pra fechar, o 3D Mickey’s Philhar Magic, que agrada a adultos e crianças igualmente e o playground da Floresta dos Cem Acres, Pooh’s Playful Spot, são parada obrigatória. Em Mickey’s Toontown Fair, as casinhas de campo do Mickey e da Minnie são a principal atração (Mickey’s Country House e Minnie’s Country House). Parada quase obrigatória é Toontown Hall of Fame Tent, onde as crianças podem tirar fotos com os personagens, inclusive as princesas. Eu digo quase obrigatória, porque a fila é muito, mas muito grande. E não tem esquema de fast pass, portanto, só serve pra quem tiver paciência pra encarar. Por fim, há um playground bem em frente à saída da casa do Mickey, as criançada adora. Em Adventureland, Jungle Cruise é um passeio de barco divertido, onde se passeia pela floresta amazonica, pela Africa e pela Asia, e para os meninos que são fãs do Jack Sparrow, Pirates of the Caribbean pode ser uma grande pedida. É tudo tão bem feito que a gente jura que é o Johnny Depp em pessoa que esta ali. Em Frontierland, o show audio-animatronics Country Bear Jamboree é engracadinho, e em Liberty Square, minha dica é fazer com a criançada um passeio de barco pelo Mississipi: Liberty square Riverboat. Em Tomorrowland há várias atrações com restrição de altura, mas em compensação há uma das mais divertidas, para adultos e crianças: Buzz Lightyear’s Space Range Spin, um game intergaláctico interativo.

O Animal Kingdom é o parque de que menos gosto. Não era pra ser, porque adoro bichos. Mas todas as vezes que vou lá fico com a sensação de que consegui ver poucas atrações e não aproveitei como gostaria. Acho que é porque lá é muito grande sem parecer ser, e considero o parque o mais difícil de se locomover dentro, pelo menos eu sempre fico meio perdida por lá. Mas há atrações fantásticas para os pequenos (e os grandes) que se empolgam ao ver bichos de verdade: The Oasis Exhibits, localizado bem na entrada do parque, Greeting Trails, em torno da Árvore da Vida (a árvore está para o Animal Kingdom assim como o Castelo da Cinderela está para o Magic Kingdom), Affection Section, onde a criançada pode travar um contato mais próximo com animais como cabras, ovelhas e lhamas, Haharajah Jungle Trek, um passeio por ruínas de um castelo asiático, onde se vê antas, tigres, aves e outros animais daquele continente, e Kilimanjaro Safaris, um passeio num veículo 4×4 pela savana africana, no meio de elefantes, zebras, girafas, antílopes, flamingos, macacos, leões e outros animais. Esse último é imperdível, mas é preciso ter paciência, pois a espera para esse atração é loooonga. Outras atrações desse parque que agradam os pequenos são o 3D It’s Tough to Be a Bug, e os shows Pocahontas and Her Forest Friends, com música e animaizinhos de verdade, Festival of the Lion King, uma super produção de música, dança, acrobacias e malabarismo, e a novidade Finding Nemo The Musical. Esse último é maravilhoso, vale cada minuto de espera! Por fim, em Dinoland há um playground para a criançada brincar e gastar energia, The Boneyard.

No Disney Holywood Studios, os must sees para pequenos são os shows Beauty and the Beast - Live on Stage, uma espécie de compacto do musical da Broadway, lindo por sinal, Playhouse Disney - Live on Stage, com personagens do canal de TV, como Mickey e sua turma, Little Einsteins e Pooh, e Voyage of the Little Mermaid, uma mistura de show com cinema e efeitos especiais, contando a história da sereia Ariel. O 3D dos Muppets, Muppet Vision 3D também é engraçadinho. Nesse parque, curiosamente minha filha adorou uma atração de adultos, o Studio Backlot Tour. Trata-se de um tour guiado que se faz por cenários e objetos usados em filmes, a “fábrica” de roupas dos personagens da Disney e demonstração de efeitos especiais emocionantes, muito interessante.

No Epcot, curiosamente, está a atração que minha filha mais gosta - ela deve ter ido nela pelo menos umas cinco vezes: The Seas with Nemo and Friends. Nesse passeio, o peixinho animado brinca de esconder com seu pai e seus amigos, misturando-se aos peixes de um aquário de verdade. Na saída, a criançada se deslumbra com os aquários, os manatees e o show com os golfinhos que acontece, se não me engano, duas vezes ao dia. Essa é uma das poucas atrações para os pequenos no Epcot, embora seja o melhor parque, na minha opinião, para se passear em família. É o meu parque favorito, adoro a atmosfera de lá. Os jardins são lindíssimos, e passear pelo World Showcase (pavilhões dos países) é muito gostoso. Minha dica é tirar um dia para aproveitar a manhã (a partir das 11 horas) para circular por lá, com calma, curtindo como se fosse um parque normal. Garanto que os pequenos vão adorar respirar um pouco esses ares, no meio da correria que invariavelmente acaba sendo uma viagem à Disney. Outras atrações que minha filha também curtiu lá: Ellen’s Energy Adventure, uma verdadeira aula sobre energia  e recursos com Ellen DeGeneris, com direito a um passeio na era dos dinossauros (foi justamente essa parte que agradou minha pequena); Spaceship Earth, uma viagem no tempo, com direito a um futuro criado por nós mesmos, e é essa parte interativa que torna essa atração interessante para as crianças; El Rio Del Tiempo, um passeio de barco animado com Pato Donald e Zé Carioca, no pavilhão do México. Uma atração que recomendo muito, mas onde só é permitido entrar crianças com mais de 102cm (não é o caso da minha filha), é Soarin’, um simulador de vôo que nos leva a sobrevoar os diversos cenários naturais da California. Por se tratar de uma atração super-popular, vale muito à pena usar o fast pass. 

Também acho a Universal Studios um parque gostoso para passear, e lá tem algumas atrações bem legais para os pequenos. Pra começar, paradas obrigatórias são as atrações Jimmy Neutron’s Nicktoon Blast, um passeio de foguete com Jimmy Neutron onde esbarramos com outros personagens da Nickelodeon, e Shrek 4-D, um cinema mais que 3D, não vou contar porque. Em Woody Woodpecker’s Kidzone, uma área reservada para atrações para a criançada, vale assistir ao encantador show A Day in the Park with Barney, com o dinossauro roxo mais querido do planeta e ao Animal Actors on Location, um show com animais como cães, gatos, araras, águias e outros, e até mesmo um gambá, todos adestrados para participar de filmes. Nessa área há ainda um playground muito divertido, onde vemos as coisas do ponto de vista de um ratinho: Fievel’s Playland, diversão garantida para crianças de todas as idades. Para crianças com mais de três anos certamente há mais atrações, mas minhas dicas ficam limitadas a minha experiência de mãe de uma menininha de dois anos…

O outro parque da Universal, o Islands of Adventure, como o próprio nome já diz, é um parque voltado pra gente grande: crianças maiores, adolescentes e adultos. Mas lá há uma área fantástica exclusiva para os pequenos. E o melhor de tudo: as atrações ficam muito, mas muito mais vazias e tranquilas do que as atrações para crianças pequenas em outros parques. Estou falando de Seuss Landing. Caro-Seuss-el, um carrossel de dragões, The High in the Sky Seuss Trolley Train Ride, passeio num trenzinho que nos permite ver todo o parque do alto, One Fish, Two Fish, Red Fish, Blue Fish, um equivalente à atração Dumbo the Flying Elephant do Magic Kingdom, mas com peixes que voam e muita água. Pra fechar com chave de ouro, um passeio pelo livro The Cat in the Hat, com emoção. Foi aí que eu fiquei com a sensação que minha filha, quando crescer, vai adorar montanhas-russas… O passeio pelo Islands of Adventure superou minhas expctativas por outros motivos. Não gosto de montanhas-russas e emoções fortes, nem mesmo tive oportunidade de conhecer outras atrações por lá, mas áreas como Jurassic Park e Marvel Super Hero Island podem ser bem legais para passear com as crianças.

O Sea World é o último parque de que eu vou falar aqui e, na minha opinião, um dos mais divetidos para os pequenos. Believe, o show da Shamu, a orca que é a estrela e o símbolo do parque, é o must see. Mas é preciso atenção aos horários, pois são somente dois shows por dia. Blue Horizons, um show com golfinhos e araras, também é imperdível. É possível também ver os golfinhos de perto e até alimentá-los, tem diversão maior para a criançada? Em Dolphin Cove, não muito longe da entrada do parque. Parque afora ianda é possível ver tartarugas marinhas gigantes em Turtle Point, pinguins em Penguin Encounter, e passear num túnel, dentro de um gigantesco aquário de tubarões, em Shark Encounter. No final da tarde de um dia de sol, uma boa pedida pode ser um passeio de pedalinho (Paddle Boats) no grande lago que fica no meio do parque. Essas são só algumas das atrações desse parque delicioso. Uma dica importante é o esquema 2nd visit free. No Sea World, ao comprar um ingresso de admissão, o parque convida o visitante para uma outra visita na faixa, enquanto estiver na cidade. E garanto que lá é o tipo de lugar que dá vontade voltar.

* Alimentação

Café da manhã: às vezes tomávamos café no apartamento, às vezes em algum restaurante nos parques ou fora deles. Lugares que eu recomendo: A Bakery da Main Street (café básico, esquema express, mas com boas opções) e The Cystal Palace, a Buffet with Character (um buffet farto em companhia do Pooh, Tigrão, Leitão e Eeyore, com execelentes opções para adultos e crianças - vale lembrar que é recomendável fazer reserva), ambos no Magic Kingdom; Starring Rolls Cafe (básico, mas tem café expresso, croissant, frutas e um bagel com salmão defumado que eu adorei), no Disney Hollywood Studios. Há outros cafés com personagens: no Cinderella’s Royal Table (café com Cinderela e compania, necessário reservar com seis meses de antecedência), no Magic Kingdom; no Donald’s Safari Breakfast at Tusker House Restaurant, no Animal Kingdom (recomendo reservar); no Play’N Dine at Holywood & Vine (buffet em companhia da turma do Playhouse Disney), no Disney Holywood Studios.

Almoço: Nos parques, há restaurantes de estilos e custos bem diversos. Desde fast foods, passando por buffets, até restaurantes a la carte. Todos tem mais de uma opção de prato infantil, o que não quer dizer que todos agradem ao paladar exigente da minha princesinha! ;c) 

No Magic Kingdom, recomendo The Crystal Palace, a Buffet with Character, um buffet com bastante opções, o Cosmic Ray’s Starlight Cafe, esquemão de fastfood, mas também serve comida de verdade, como frango grelhado com purê de batatas ou legumes, além de saladas. O Pinocchio Village Haus é muito legal por parecer uma casa medieval, com pinturas nas paredes e outros detalhes inspirados na história do boneco de madeira cujo nariz cresce quando conta mentiras. É um fast food, mas pode ser uma boa opção num dia mais corrido. Afinal, que criança não gosta de nuggets com batata frita? É possível almoçar com as princesas no Cinderella’s Royal Table, mas como mencionei acima, é preciso fazer reserva com antecedência de seis meses. Seguindo a mesma linha, o Play’N Dine at holywood & Vine, no Disney Holywood Studios oferece a presença de personagens, só que nele quem almoça com a criançada são os personagens do Playhouse Disney. Entre eles, os personagens do Little Einsteins, um dos desenhos favoritos da minha filha. No Animal Kingdom, recomendo o Tusker House, que fica na África, um buffet com opções bem variadas, como os demais restaurantes com esquema de buffet da Disney. O parque com mais variedade de restaurantes, no entanto, é o Epcot. E como não podia deixar de ser, todos com cardápio para os pequenos. Adoramos o Chefs de France e o Tokyo Dining, ambos nos pavilhões dos países. Nesse último, o prato infantil vem servido dentro de uma mini-réplica de um trem japonês. Os parques da Universal são pra mim os piores no quesito alimentação. Pode até ser que eu não tenha sido feliz na escolha dos restaurantes nas vezes em que estive lá, mas essa é minha impressão. O único restaurante que eu recomendo lá é o Thunder Falls Terrace, no Islands of Adventure. O esquema é express, mas tem opções mais saudáveis para crianças pequenas. No Sea World, um almoço fantástico para os pequenos (e para nós também) é no Shark’s Underwater Grill, um restaurantes com áquarios de tubarões em quase todas as paredes. 

Fora dos parques, recomendo o Olive Garden, pois entre as opções de pratos infantis há um macarrão com molho de tomates que agradou muito a minha pequena. Pra quem for almoçar no Florida Mall, há o Buca de Beppo, também italiano. Lá uma das mesas fica propositalmente dentro da cozinha do restaurante! Achei a ideia fantástica, mas para conseguir almoçar ou jantar nela, é preciso fazer reserva. Em Downtown Disney há muitas opções de restaurante, quando estivemos lá numa outra ocasião jantamos no Wolfgang Puck, um restaurante, se não me engano, dividido em salões com esquemas (e preços) diferentes, como express e pizza, buffet e a la carte. Por fim, o restaurante Smokehouse Grill, que fica dentro do Westgate Lakes Resort, onde nos hospedamos. Os grelhados são excelentes, as porções são generosas e crianças não pagam, o que torna a relação custo-benefício desse restaurante excelente. Os pratos infantis são basicamente os tradicionais: cheese macarrone, frango grelhado ou frito com legumes, purê de batatas ou batatas fritas. 

Lanchinhos e que levar para os parques: Eu costumo sempre andar com água e muitas vezes carregava também um ou dois potinhos de papinhas de frutas da Gerber, uma opção para lanche ou sobremesa para as crianças. Mas no parque se encontra de tudo. Sorvetes deliciosos, uvinhas ou outras frutas geladinhas e embaladas com cuidado, chocolates, cookies, leite e achocolatados, iogurte…em outras palavras, não é preciso se preocupar e sair para os parques com muita coisa na bolsa.

Jantar: em geral, nós gostamos de jantar no apartamento. Há um supermercado que adoramos, o Publix. Acho que trata-se de um supermercado regional, onde se encontra de tudo, alimentos frescos, grande variedade de orgânicos de qualidade, farmácia etc. 

Pra quem está com bebês menores, há uma boa variedade de papinhas prontas nos mercados, inclusive orgânicos. A marca predominante é a Gerber, mas há algumas alternativas. Confesso que acho as papinhas salgadas muito sem graça (minha filha também não gosta muito). As papinhas de frutas, no entanto, são gostosas  e servem até pra quem está com crianças maiorezinhas, pois podem ser uma boa alternativa de sobremesa, já que são relativamente saudáveis e muito práticas.

Uma boa dica pra quem sente falta do tempero brasileiro, ou pra quem tem criança pequena, com dificuldade de se adapatar aos hábitos alimentares americanos, é o restaurante Camilla’s e a deli brasileira vizinha ao restaurante, na International Drive. Não conhecemos o restaurante, mas já compramos águinha de côco e pão de queijo na deli.

* Compras

Não quero me estender muito mais, por isso prometo ser breve nas minhas dicas de compras e lojas a visitar com a criançada.

Há muitas lojinhas fofíssimas espalhadas pelos parques, normalmente localizadas junto às atrações as quais se referem. Mas algumas lojas, na minha opinião, merecem destaque:

- Emporium, bem no começo da Main Street, no Magic Kingdom (nela tem praticamente tudo que se vende nas outras lojinhas espalhadas pelo parque)

- Ye Olde Christmas Shoppe, em Liberty Square, no Magic Kingdom (a loja de Natal - dá vontade de comprar tudo!)

- Bibidi Bobidi Boutique, no Magic Kingdom (a loja das princesas!)

- The Dino Institute Shop, em Dinoland, no Animal Kingdom

- Animation Courtyard Shops, no Disney Holywood Studios (produtos com as marcas dos personagens de Playhouse Disney)

- The Living Seas Shop, no Epcot (a lojinha do Nemo e seus amigos)

- Mitsukoshi Department Store, no pavilhão do Japão, no Epcot World Showcase (produtos japoneses; muitas coisas fofíssimas, inclusive brinquedos)

- The Barney Store, na Universal Studios (tudo do Barney, inclusive livrinhos)

Betty Boop Store, em Islands of Adventure (eu e minha filha adoramos essa personagem!)

- Jusassic Park Discovery Center, em Islands of Adventure

Em Orlando, fora dos parques, há outras lojas que as crianças curtem:

- M&M’s shop, no Florida Mall (nem preciso dizer porque)

- Toys’R'Us, próxima ao Florida Mall (pegar um carrinho de supermercado e passear por essa mega loja de brinquedos é diversão garantida pra eles e pra gente!)

- World of Disney e Bibidi Bobidi Boutique, em Downtown Disney (tem tudo nelas, perfeitas pra comprar aquilo que ficou faltando comprar nas lojas dos parques)

- Disney’s Days of Christmas, em Downtown Disney

Por fim, roupas…não que eles gostem de entrar nessas lojas (a minha filha até gosta), mas deixo aqui também algumas dicas de lojas onde gosto de comprar roupas para minha pequena:

- GAP Baby (minha loja favorita pra crianças), no Florida Mall

Children’s Place, também no Florida Mall

- Tommy Hilfigher, tanto no Prime Outlet Mall quanto no Orlando Premium Outlets

- Polo Ralph Lauren, idem

Diesel, no Orlando Premium Outlets

- Converse (a loja do All Star!), no Prime Outlet Mall